Nesta quarta-feira, dia de São Jorge, foram vistos balões sobre o Rio de Janeiro, incluindo um que estava indo em direção ao Aeroporto Santos Dumont. Soltar balões é proibido no Brasil por causa dos riscos que isso traz, como incêndios e perigos para aviões. O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro alertou novamente sobre esses perigos. O major Fábio Contreiras disse que soltar balões é um crime ambiental que pode levar a penas de um a três anos de prisão e multas a partir de R$ 10 mil. Ele também mencionou que os balões podem causar incêndios e danos, além de afetar a rede elétrica. O número de balões avistados na cidade tem aumentado, com 64 registros de janeiro a junho do ano passado, superando Curitiba, que teve 18 casos. Especialistas em segurança, como Gerardo Portela, afirmam que soltar balões é irresponsável e sugerem o uso de tecnologias mais seguras, como drones, para homenagens e celebrações.
Nesta quarta-feira, dia de São Jorge, balões foram avistados sobrevoando o Rio de Janeiro, incluindo um que seguia em direção ao Aeroporto Santos Dumont. A prática de soltar balões é proibida por lei no Brasil devido aos riscos que representa, como incêndios e perigos à aviação.
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro reiterou os perigos associados à soltura de balões. O major Fábio Contreiras destacou que essa atividade é um crime ambiental que pode resultar em penalidades de um a três anos de detenção e multas a partir de R$ 10 mil, conforme a Lei Federal 9.605/1998. Ele alertou que os balões podem causar incêndios e danos ao patrimônio, além de representar um risco real para a aviação.
Os registros de balões na cidade têm aumentado. Um levantamento do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apontou que, de janeiro a junho do ano passado, foram registrados 64 balões nos céus do Rio, superando Curitiba, que teve 18 casos. Contreiras também mencionou que os balões podem atingir a rede elétrica, causando curtos-circuitos e deixando milhares sem energia.
Especialistas em segurança reforçam que soltar balões é um ato irresponsável. Gerardo Portela, especialista em riscos, afirmou que a prática é um ato contra a vida humana e o meio ambiente. Ele criticou o uso de balões, que muitas vezes possuem estruturas metálicas e combustíveis inflamáveis, e sugeriu que tecnologias modernas, como drones, poderiam ser uma alternativa mais segura para homenagens e celebrações.
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