O papa Francisco faleceu aos 88 anos, o que levou à convocação de um novo conclave para escolher seu sucessor. O processo de eleição conta com 136 votantes, dos quais 108 foram escolhidos durante o papado de Francisco. Um dos candidatos mais mencionados é o cardeal húngaro Péter Erdő, de 72 anos, conhecido por suas ideias conservadoras. Ele é arcebispo de Esztergom-Budapeste e fala sete idiomas. Erdő é considerado um “papável” desde 2013, embora sua popularidade tenha diminuído. Ele já se opôs à comunhão para católicos divorciados e criticou a bênção de casais do mesmo sexo. Nascido em Budapeste em 1952, Erdő é o mais velho de seis filhos de uma família católica. Ele tem uma carreira acadêmica sólida, com mais de 250 artigos e 25 livros sobre Direito Canônico. Começou sua trajetória pastoral em 1975 e foi nomeado bispo auxiliar em 1999, tornando-se arcebispo em 2002 e cardeal em 2003. Erdő participou de todas as assembleias do Sínodo dos Bispos desde 2003 e teve um papel importante no Sínodo sobre a Família, que gerou controvérsias durante o papado de Francisco.
O papa Francisco faleceu aos 88 anos, o que resultou na convocação de um novo conclave para eleger seu sucessor. O processo de escolha envolve 136 votantes, sendo que 108 deles foram selecionados durante o papado de Francisco.
Entre os possíveis candidatos, destaca-se o cardeal húngaro Péter Erdő, de 72 anos. Erdő é conhecido por suas posições conservadoras e possui uma carreira acadêmica e pastoral notável. Ele é arcebispo de Esztergom-Budapeste e primaz da Hungria, além de ser poliglota, falando sete idiomas.
Erdő é uma figura recorrente nas listas de “papáveis” desde o conclave de 2013. Embora sua popularidade tenha diminuído ao longo dos anos, ele continua a ser uma referência para os setores mais conservadores da Igreja. O cardeal já se manifestou contra a comunhão para católicos divorciados e criticou a decisão de Francisco sobre a bênção de casais do mesmo sexo.
Nascido em Budapeste em 25 de julho de 1952, Erdő é o mais velho de seis filhos de uma família católica intelectual. Com uma sólida formação acadêmica, ele publicou mais de 250 artigos e 25 livros sobre Direito Canônico e história do Direito Eclesiástico. Sua trajetória pastoral começou em 1975 e incluiu lecionar em instituições renomadas, como a Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma.
Erdő foi nomeado bispo auxiliar em 1999 e se tornou arcebispo em 2002. Em 2003, foi elevado à posição de cardeal, tornando-se o membro mais jovem do colégio cardinalício na época. Ele tem participado de todas as assembleias do Sínodo dos Bispos desde 2003 e teve um papel importante no Sínodo sobre a Família, um dos mais controversos do papado de Francisco.
Entre na conversa da comunidade