Arqueólogos em Gales do Sul encontraram 41 esqueletos da Era Medieval, datados entre 400 e 1100 d.C., a maioria pertencente a mulheres com sinais de saúde ruim e lesões. O projeto, liderado por Andy Seaman da Universidade de Cardiff, visa entender melhor esse período histórico pouco documentado. Os restos foram enterrados em sepulturas individuais e viveram entre 500 e 600 d.C. Os pesquisadores notaram problemas como artrite e fraturas, sugerindo uma vida difícil, especialmente no trabalho agrícola. Apesar das dificuldades, havia indícios de cuidado mútuo entre os indivíduos. Alguns tinham objetos valiosos, como fragmentos de copos de vidro importados da França, mostrando uma leve diferença de status social. A equipe planeja investigar a movimentação de pessoas e bens entre Gales e a França. Análises indicam que muitos dos enterrados eram locais, e testes de DNA estão em andamento para mais informações. Após as escavações, os restos serão reenterrados e o local será aberto ao público.
Arqueólogos em Gales do Sul descobriram 41 esqueletos datados da Era Medieval, entre 400 e 1100 d.C. A maioria dos restos pertence a mulheres que apresentavam saúde precária e lesões. O projeto, liderado por Andy Seaman, da Universidade de Cardiff, busca entender melhor esse período histórico pouco documentado.
As escavações revelaram que os indivíduos, enterrados em sepulturas individuais, viveram entre 500 e 600 d.C.. Os pesquisadores identificaram sinais de artrite, doenças degenerativas e fraturas, indicando uma vida difícil, especialmente no trabalho agrícola. Apesar das condições adversas, há evidências de que essas pessoas cuidavam umas das outras, como fraturas curadas.
Importantes descobertas também foram feitas sobre o status social. Alguns indivíduos enterrados no local possuíam objetos de alto valor, como fragmentos de copos de vidro importados da França. Seaman destacou que a diferença entre ricos e pobres era sutil, com muitos envolvidos na agricultura.
A equipe planeja investigar se havia movimentação de pessoas e bens entre Gales e a França. A bioarqueóloga Katie Faillace afirmou que os estudos estão avançando, com análises isotópicas indicando que muitos dos enterrados eram locais. Testes de DNA estão em andamento e devem fornecer mais informações nos próximos meses.
Após a conclusão das escavações, os restos serão reenterrados no local e o sítio será aberto ao público.
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