As agências da ONU, como o Programa Mundial de Alimentos e o Acnur, estão enfrentando grandes cortes em seus orçamentos por causa da diminuição das doações, especialmente dos Estados Unidos. O PMA espera uma redução de 40% nas doações até 2025 e alertou que 58 milhões de pessoas podem passar fome sem ajuda urgente. O diretor do PMA, Stephen Omollo, disse que os cortes são necessários devido à falta de recursos e que a prioridade será para programas essenciais. O Acnur também está sendo afetado e planeja reduzir pela metade os cargos seniores e fechar alguns escritórios. O porta-voz da agência, William Spindler, mencionou que muitas atividades foram interrompidas por falta de dinheiro. Ambas as agências dependem de doações voluntárias, e os cortes refletem uma mudança nas prioridades de financiamento, com países ocidentais focando mais em gastos com defesa. Isso levanta preocupações sobre a continuidade da assistência humanitária em um momento crítico.
As agências da ONU, incluindo o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), enfrentam cortes significativos em seus orçamentos devido à queda nas doações, especialmente dos Estados Unidos. O PMA prevê uma redução de 40% nas doações até 2025, enquanto o Acnur planeja cortar 30% de seus custos e fechar escritórios nacionais.
O PMA, com sede em Roma, alertou que 58 milhões de pessoas estão em risco de fome extrema sem financiamento urgente. O diretor do PMA, Stephen Omollo, destacou que os cortes são necessários devido ao “ambiente de financiamento sem precedentes”. Ele não especificou quais países estão contribuindo para essa situação, mas mencionou que a prioridade será dada a programas vitais que atendem os 343 milhões de pessoas que enfrentam a fome.
O Acnur também está sendo severamente impactado pela incerteza financeira. O chefe da agência, Filippo Grandi, informou que a organização reduzirá pela metade o número de cargos seniores e fechará alguns escritórios nacionais. Em coletiva de imprensa, o porta-voz do Acnur, William Spindler, afirmou que a agência teve que interromper muitas atividades em campo devido à falta de recursos.
Ambas as agências dependem inteiramente de doações voluntárias, e os cortes refletem uma mudança nas prioridades de financiamento de países ocidentais, que estão focando mais em gastos com defesa. A situação atual levanta preocupações sobre a capacidade de manter a assistência humanitária em um momento crítico.
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