A celebração de São Jorge, padroeiro do Rio de Janeiro, aconteceu na madrugada de 23 de abril e reuniu pessoas de várias religiões em um ato de fé. A missa começou às 5h e atraiu católicos e adeptos de religiões africanas, todos homenageando o santo guerreiro. O evento contou com a presença de figuras públicas, como a ministra da Igualdade Racial e o comandante da Polícia Militar. Multidões se reuniram perto da igreja no Centro e na matriz em Quintino, celebrando a fé em um ambiente de respeito. Durante as festividades, o padre Wagner Toledo fez homenagens ao Papa Francisco, enquanto o cantor Jorge Benjor encerrou a celebração com uma música dedicada ao santo. A cor vermelha, associada a São Jorge, foi a mais usada nas roupas dos participantes, que também puderam comprar produtos típicos em barracas ao longo da Avenida Presidente Vargas. Apesar do clima de união, o Rio de Janeiro enfrenta um aumento da violência e da intolerância religiosa, como um caso recente em que uma mulher teve suas guias de candomblé jogadas fora em um hospital, gerando indignação e um registro de racismo religioso. A festa de São Jorge, que celebra a diversidade e a fé, contrasta com a realidade de discriminação e violência na cidade, mas no dia da festa, as pessoas se uniram em um ato de acolhimento e respeito.
A celebração de São Jorge, padroeiro do estado do Rio de Janeiro, ocorreu na madrugada de 23 de abril, reunindo fiéis de diversas religiões em um ato de fé. A missa da alvorada, que começou à 5h, atraiu católicos e adeptos de religiões de matriz africana, que se uniram em homenagem ao santo guerreiro.
O evento, que se destaca pela diversidade cultural, teve a presença de figuras públicas, como a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e o comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Marcelo Menezes de Nogueira. Multidões se aglomeraram nas imediações da igreja no Centro e na matriz em Quintino, Zona Norte, celebrando a fé em um ambiente de respeito e convivência.
Durante as festividades, o padre Wagner Toledo prestou homenagens ao Papa Francisco, falecido recentemente, enquanto o cantor Jorge Benjor encerrou a celebração com a música “Jorge da Capadócia”. A cor vermelha, associada ao santo, predominou nas vestimentas dos participantes, que também puderam adquirir produtos típicos nas barracas montadas ao longo da Avenida Presidente Vargas.
Apesar do clima de união, a cidade enfrenta um aumento da violência e da intolerância religiosa. Em um episódio recente, uma mulher teve suas guias de candomblé descartadas por funcionários de um hospital, o que gerou indignação e um registro de racismo religioso na Delegacia de Crimes Raciais.
A celebração de São Jorge, marcada pela fé e pela diversidade, contrasta com a realidade de um Rio de Janeiro que ainda lida com a violência e a discriminação. No entanto, no dia da festa, a cidade se transforma em um espaço de respeito e acolhimento, onde pessoas de diferentes credos se reúnem em um ato de fé.
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