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Joel dos Santos Guimarães, ícone do jornalismo brasileiro, morre aos setenta e três anos

Joel dos Santos Guimarães, jornalista de campo, faleceu em março de 2025. Sua trajetória foi marcada pela defesa dos oprimidos e pela paixão pelo jornalismo.

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Joel dos Santos Guimarães, um jornalista conhecido por seu trabalho de campo, faleceu em 23 de março de 2025, devido a um ataque cardíaco. Ele deixou filhos, netos e uma bisneta. Joel foi enterrado com a camiseta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Nascido em 1951, ele era admirado por sua visão crítica e amor pela reportagem. Trabalhou no jornal O Globo, onde preferiu a liberdade das ruas a uma promoção. Ele também foi um dos fundadores da Agência de Notícias Brasil-Árabe, que ganhou 11 prêmios de jornalismo web. Nos últimos anos, morou em Ubatuba e continuou a acompanhar notícias sobre política e movimentos sociais, mesmo com problemas de saúde. Amigos e colegas celebraram sua vida em um bar na Vila Madalena, em São Paulo, uma semana após sua morte, relembrando seu compromisso com os oprimidos e sua rejeição ao lobismo.

Joel dos Santos Guimarães, jornalista reconhecido por sua dedicação ao jornalismo de campo, faleceu em 23 de março de 2025, em decorrência de um ataque cardíaco. Ele deixou filhos, netos e uma bisneta. O profissional foi enterrado com a camiseta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Nascido em 1951, Joel era admirado por sua visão crítica e seu amor pela reportagem. Durante sua carreira no jornal O Globo, ele enfrentou a difícil escolha entre uma promoção a chefe de reportagem e a liberdade das ruas, onde se sentia mais à vontade. Seus colegas lembram dele como um líder exigente, mas solidário, sempre com um toque de humor.

Fundador da Agência de Notícias Brasil-Árabe (Anba), ao lado da ex-esposa, Joel dirigiu a agência por uma década, conquistando 11 prêmios de jornalismo web. Sua equipe foi reconhecida como a terceira mais premiada do Brasil no Ranking Jornalistas & Cia. Nos últimos anos, ele residia em Ubatuba, no litoral paulista, e, apesar de problemas de saúde, continuava a acompanhar as notícias, especialmente sobre política e movimentos sociais.

Uma celebração da vida de Joel ocorreu em um bar na Vila Madalena, em São Paulo, sete dias após sua morte. Amigos e colegas se reuniram para relembrar suas contribuições ao jornalismo e seu compromisso com os mais necessitados. Ele costumava afirmar que um verdadeiro jornalista deve estar ao lado dos oprimidos, rejeitando qualquer forma de lobismo.

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