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Anitta enfrenta oposição de empresas ao registrar marca de cosméticos com seu nome artístico

Anitta enfrenta oposição de três empresas ao registrar sua marca de cosméticos, incluindo a Farmoquímica, que alega direitos sobre a grafia.

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Anitta tentou registrar sua marca para uma linha de cosméticos, mas três empresas se opuseram, alegando que a nova marca poderia confundir os consumidores. O processo começou em 2022, quando a cantora queria usar seu nome para produtos como batons e xampus. As empresas que contestaram incluem a Anita Produtos de Perfumaria e Cosméticos, a marca indiana Neeta e a Farmoquímica, que produz um remédio chamado Annita. A Farmoquímica argumenta que já tem direitos sobre a grafia e que seu registro é para medicamentos, enquanto Anitta afirma que a empresa tentou registrar uma grafia semelhante para produtos de beleza em 2022. No entanto, registros anteriores da Farmoquímica datam de 2004. O INPI ainda está analisando os pedidos de registro e as oposições. A Farmoquímica defende que seu medicamento está em conformidade com a lei e que não há litígios sobre a marca.

Anitta enfrenta oposição no registro de marca de cosméticos

Anitta, a cantora brasileira, está em meio a um embate jurídico ao tentar registrar sua marca para uma linha de produtos cosméticos no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Três empresas contestaram o pedido, alegando que a marca da artista poderia causar confusão entre os consumidores.

O processo teve início em 2022, quando a equipe de Anitta protocolou o pedido de registro. A intenção era associar sua imagem a produtos como batons, xampus e desodorantes. As empresas que se opuseram ao registro incluem a Anita Produtos de Perfumaria e Cosméticos, a marca indiana Neeta e a Farmoquímica, que produz o medicamento Annita.

Defesa de Anitta

Recentemente, a assessoria da cantora destacou que a Farmoquímica não possui direitos sobre a grafia de Anitta e que seu pedido de registro é anterior ao da farmacêutica. A empresa, que também possui um registro com a grafia idêntica à da artista, argumenta que a similaridade pode prejudicar sua marca, especialmente por já atuar no setor de perfumaria.

A Farmoquímica, por sua vez, afirmou que seu medicamento está em conformidade com a legislação de propriedade industrial e que não existe litígio em relação à marca. No entanto, a assessoria de Anitta contestou essa afirmação, alegando que a farmacêutica tentou registrar a grafia semelhante em 2022, o que não consta nos registros do INPI.

Situação atual

Atualmente, tanto o pedido de Anitta quanto as oposições das três empresas estão sob análise do INPI. O desfecho desse caso pode impactar não apenas a carreira da cantora, mas também o mercado de cosméticos no Brasil, onde a concorrência é acirrada.

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