Em abril de 2024, extremistas islâmicos atacaram a comunidade cristã em Selibaby, Mauritânia. O ataque começou após assédios nas redes sociais e culminou em um protesto em 7 de abril, onde muçulmanos incendiaram casas de cristãos e violaram o túmulo de um crente, arrastando o corpo pelas ruas. Após o tumulto, as incitações à violência continuaram online, com radicais chamando os cristãos de “infiéis”. Devido à perseguição, líderes cristãos estão cortando contato com suas famílias, e as crianças enfrentam discriminação na escola. A Missão Portas Abertas pediu orações pela proteção dos cristãos no país, que já enfrenta dificuldades por ser um governo islâmico que proíbe a conversão ao cristianismo. A Mauritânia é considerada um dos países mais difíceis para ser cristão, ocupando a 23ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025.
Um grupo de extremistas islâmicos atacou a comunidade cristã em Selibaby, Mauritânia, no início de abril de 2024. O ataque ocorreu em meio a um protesto, resultando no incêndio de casas e na violação do túmulo de um cristão.
Os incidentes começaram com assédios nas redes sociais, culminando em um ataque em 7 de abril. A multidão enfurecida incendiou várias residências de cristãos e desenterrou o corpo de um crente, arrastando-o pelas ruas antes de enterrá-lo em outra vila. Após a violência, as incitações a ataques e discursos de ódio continuaram a proliferar online.
Devido à crescente perseguição, líderes cristãos estão cortando contato com familiares. As crianças de cristãos enfrentam discriminação na escola, sendo excluídas da vida comunitária. A Missão Portas Abertas fez um apelo à comunidade cristã brasileira para que ore pelos cristãos mauritanos, pedindo proteção e conforto.
A Mauritânia, sob um governo islâmico, proíbe a conversão ao cristianismo e considera o Islã a única religião permitida. Apesar da repressão, uma pequena comunidade cristã persiste, enfrentando riscos constantes. Em 2023, já havia ocorrido uma onda de violência após a divulgação de um vídeo de batismo, resultando na prisão de quinze pastores. O país ocupa a 23ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas, destacando-se como um dos mais difíceis para a prática do cristianismo.
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