Thomas Crowther, um pesquisador de árvores conhecido por afirmar que a Terra tem muito mais árvores do que se pensava, foi investigado pela ETH Zurich. A investigação revelou que ele misturou relações pessoais e profissionais em seu laboratório e não seguiu regras internas sobre finanças e contratações. No entanto, ele não foi acusado de desvio de verbas. A universidade decidiu não renovar seu contrato e está desmantelando seu laboratório, que tinha entre 40 e 60 funcionários. Crowther admitiu ter cometido erros, mas negou algumas acusações mais sérias, como assédio. A investigação também encontrou problemas menores relacionados a gastos, mas ele garantiu que não houve uso indevido de contratos. A ETH Zurich considera o caso encerrado, apesar de alguns membros do laboratório pedirem uma revisão independente da investigação.
Thomas Crowther, pesquisador de árvores da ETH Zurich, teve seu contrato não renovado após uma investigação que revelou violações de regras internas sobre conflitos de interesse e gestão. A decisão foi tomada em janeiro de 2025, levando ao desmantelamento de seu laboratório, que contava com 40 a 60 funcionários.
A investigação, conduzida por um escritório de advocacia, concluiu que Crowther “repetidamente falhou em seguir regras internas” e não abordou adequadamente conflitos de interesse. No entanto, não foram encontradas evidências de uso indevido de fundos. Crowther, que está em licença administrativa até setembro, admitiu ter cometido erros, mas negou várias acusações, incluindo assédio.
Membros do laboratório de Crowther contestaram a investigação, alegando que foi tendenciosa e pedindo uma revisão independente. Em uma carta enviada à ETH Zurich, eles expressaram preocupações sobre a cultura de gestão no laboratório, que alguns descreveram como tóxica. O relatório indicou que Crowther tratava seus funcionários como amigos, o que gerou desconforto em alguns casos.
O trabalho de Crowther ganhou notoriedade em 2015, quando publicou um artigo na revista *Nature* afirmando que a Terra tinha oito vezes mais árvores do que se pensava. Sua pesquisa atraiu a atenção de figuras influentes, incluindo o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A ETH Zurich considera o caso encerrado, afirmando que a confiança necessária para um cargo permanente não estava presente.
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