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Trump assina decreto para cortar financiamento federal da NPR e PBS por viés político

Trump assina decreto para cortar financiamento federal à NPR e PBS, alegando tendenciosidade. Medida enfrenta desafios legais e orçamentários.

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Donald Trump, presidente dos EUA, assinou um decreto para cortar o financiamento federal da National Public Radio (NPR) e do Public Broadcasting Service (PBS), acusando-os de serem tendenciosos. Ele ordenou que a Corporação para Radiodifusão Pública interrompesse o financiamento direto e indireto a essas emissoras. Trump afirmou que o apoio governamental à mídia é desnecessário e prejudica a independência jornalística. A PBS depende de cerca de 16% de seu orçamento de fundos federais, enquanto a NPR recebe apenas 1%. Ambas as emissoras também contam com doações privadas. A CEO da PBS, Paula Kerger, criticou a ordem, dizendo que ela ameaça a programação educacional que oferecem. A NPR também se manifestou, afirmando que defenderá seu direito de fornecer notícias essenciais. Trump já havia pedido ao Congresso que cortasse o financiamento, e a Casa Branca alegou que a cobertura da NPR e da PBS é injusta. O decreto pode enfrentar dificuldades, já que o orçamento da Corporação para Radiodifusão Pública foi aprovado até 2027.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto na quinta-feira (1) para cortar o financiamento federal da National Public Radio (NPR) e do Public Broadcasting Service (PBS). Trump alega que ambos os veículos são tendenciosos e que o financiamento público é “ultrapassado e desnecessário”. A medida visa interromper tanto o financiamento direto quanto o indireto, mas enfrenta desafios legais e orçamentários.

A ordem executiva determina que a Corporation for Public Broadcasting (CPB) deve suspender o financiamento da NPR e da PBS até o limite permitido por lei. Além disso, busca impedir que recursos federais cheguem a essas emissoras por meio de concessões de rádio e televisão comunitária. A PBS, que depende de cerca de 16% de seu orçamento de fundos federais, pode ser a mais afetada pela decisão.

A presidente e CEO da PBS, Paula Kerger, criticou a ordem, chamando-a de “flagrantemente ilegal” e afirmando que ameaça a capacidade da emissora de oferecer programação educacional. A NPR, que recebe apenas 1% de seu financiamento diretamente do governo, também se manifestou, afirmando que defenderá seu direito de fornecer notícias essenciais e contestará a ordem executiva.

Republicanos têm tentado eliminar o financiamento da NPR e da PBS há anos, e Trump frequentemente critica a cobertura da mídia sobre seu governo. Na ordem, ele menciona a “representação dos eventos atuais” por essas emissoras, mas não fornece exemplos específicos. A Casa Branca considera que o financiamento federal à mídia é obsoleto, citando um panorama midiático mais diversificado atualmente.

A administração de Trump também considera solicitar ao Congresso o cancelamento do financiamento já aprovado para essas emissoras, embora essa proposta ainda não tenha sido formalizada.

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