A COP30 em Belém está causando preocupação pela falta de hospedagem, com preços altos e pouca disponibilidade de quartos. Para ajudar, foram anunciados 6.000 quartos em navios cruzeiros que estarão na cidade durante o evento, o que deve ajudar a equilibrar os preços. A situação é complicada, pois muitos já desistiram de procurar hotéis e até motéis estão se adaptando para receber hóspedes, com diárias que podem chegar a R$ 4.000. Apesar dos altos custos, espera-se que diplomatas e cientistas encontrem alternativas, como os navios, para se hospedarem. O evento, que contará com a presença de diversas delegações e representantes de comunidades locais, é visto como uma oportunidade importante para troca de experiências e discussões sobre mudanças climáticas.
A COP30, que ocorrerá em Belém, enfrenta desafios com a alta demanda por hospedagem, resultando em preços elevados. A cidade, que se prepara para receber delegações internacionais, já apresenta dificuldades na oferta de leitos, comparando-se a destinos turísticos saturados como Salvador durante o Carnaval.
Para mitigar essa situação, foram anunciadas 6.000 suítes em navios cruzeiros que estarão ancorados durante o evento. O governador do Pará, Helder Barbalho, espera que essa medida ajude a normalizar os preços no mercado hoteleiro local. A plataforma para reservas desses navios será lançada em junho.
A adaptação de motéis locais para receber hóspedes também está em andamento. Estabelecimentos como o Motel Secreto planejam oferecer suítes temáticas, com preços em torno de R$ 4 mil por diária. Essa estratégia visa atender não apenas os diplomatas, mas também a população local e ativistas que participarão do evento.
Com mais de 80% das obras para a COP30 concluídas, a expectativa é de que 190 delegações internacionais confirmem presença. O evento, que se destaca por sua conexão com os povos indígenas e a preservação ambiental, busca promover um diálogo amplo sobre mudanças climáticas e sustentabilidade.
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