Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo conseguiram documentar a anatomia completa de um feto da baleia cachalote-pigmeu, uma espécie rara no Brasil. O estudo foi liderado pelo professor André Casas e foi possível graças à preservação das carcaças de uma mãe e seu feto, que foram encontradas há 25 anos em Santos, São Paulo. Os pesquisadores usaram tomografia computadorizada e reconstrução em 3D para identificar as diferenças entre o feto e os adultos, além de detalhes sobre músculos, esqueleto e sistemas digestivo e reprodutivo. Os resultados foram publicados na revista “The Anatomical Record”.
Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) documentaram, pela primeira vez, a anatomia completa de um feto da baleia cachalote-pigmeu (Kogia breviceps). O estudo foi liderado pelo professor André Casas e ocorreu em Santos, São Paulo. A pesquisa utilizou tomografia computadorizada e reconstrução em três dimensões.
As carcaças de dois espécimes, uma fêmea e seu feto, foram encontradas há 25 anos e preservadas em um museu. A fêmea, que havia morrido por afogamento, continha o feto, que foi doado à Unifesp. A análise revelou variações anatômicas do feto em relação aos adultos, além de detalhes sobre músculos, esqueleto e sistemas digestivo e reprodutivo.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica “The Anatomical Record”. Este avanço é significativo para a biologia marinha, uma vez que a baleia cachalote-pigmeu é uma espécie rara no Brasil e sua anatomia ainda não havia sido documentada de forma abrangente.
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