Desde as primárias republicanas de 2016, a relação entre Donald Trump e Marco Rubio foi tensa, com Trump chamando Rubio de “Little Marco”. Agora, como presidente, Trump confia em Rubio, que se tornou secretário de Estado e foi nomeado provisoriamente para liderar o Conselho de Segurança Nacional. Recentemente, Rubio criticou a Alemanha por classificar o partido AfD como extremista, mostrando que adotou as posições de Trump. Ele acumula vários cargos, incluindo o de responsável pela agência de ajuda internacional dos EUA e pelos arquivos nacionais. Essa situação é rara na história dos EUA, lembrando um período problemático na era de Nixon. Apesar de ter começado como um político tradicional, Rubio se aproximou de Trump e de seus apoiadores, participando de eventos com figuras da extrema direita e aumentando sua presença na mídia conservadora. Ele tem se mantido próximo de Trump, preferindo ficar em Washington e limitando suas viagens, o que reflete a confiança que o presidente deposita nele.
Desde as primárias republicanas de dois mil e dezesseis, a relação entre Donald Trump e Marco Rubio tem sido marcada por tensões. Trump, que costumava se referir a Rubio como “Little Marco”, agora confia nele como Secretário de Estado e, mais recentemente, o nomeou provisoriamente para liderar o Conselho de Segurança Nacional (NSC). Essa mudança reflete a crescente influência de Rubio, que adotou posições alinhadas com Trump, como criticar a Alemanha por classificar o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) como extremista.
Rubio, filho de imigrantes cubanos, acumula funções significativas. Além de Secretário de Estado, ele agora supervisiona a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e os Arquivos Nacionais. Essa é apenas a segunda vez na história dos Estados Unidos que uma única pessoa ocupa simultaneamente os cargos de Secretário de Estado e Conselheiro de Segurança Nacional. O precedente mais notável ocorreu em mil novecentos e setenta e três, quando Richard Nixon enfrentou a crise do Watergate.
A nomeação de Rubio foi tão repentina que até sua porta-voz, Tammy Bruce, ficou surpresa. Durante uma coletiva de imprensa, ela foi informada da nova função por um repórter. A confiança de Trump em Rubio é evidente, já que o presidente tende a cercar-se de um círculo restrito de conselheiros. O ex-senador, que inicialmente não fazia parte do núcleo próximo de Trump, tem se esforçado para se alinhar com as políticas do presidente, especialmente em questões de imigração e segurança nacional.
Recentemente, Rubio criticou a decisão da Alemanha sobre a AfD, afirmando que isso representa “tirania disfarçada”. Ele também elogiou Trump em uma reunião do gabinete, destacando a mudança na política externa dos Estados Unidos sob sua liderança. A estratégia de Rubio inclui limitar suas viagens ao exterior, preferindo permanecer em Washington, onde pode se reunir diretamente com Trump. Essa abordagem reflete a preferência do presidente por consultas rápidas e diretas, em vez de longas reuniões formais.
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