Moradores de Botafogo estão enfrentando problemas com barulho alto e ocupação irregular de calçadas por bares e restaurantes. Para tentar resolver isso, representantes da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (Amab) se reuniram com o presidente do Polo Gastronômico, Tiago Moura. Durante a reunião, foi sugerido reduzir o horário de funcionamento dos bares na Rua Arnaldo Quintela, que é uma área com muitas reclamações. Moura afirmou que a entidade ajudará na fiscalização e que alguns bares podem não aceitar as mudanças. Regina Chiaradia, presidente da Amab, destacou a importância de combater o barulho excessivo e a ocupação das calçadas. Ela mencionou que nem todos os estabelecimentos desrespeitam as regras, mas é preciso agir contra os que não cumprem a legislação. A Amab e o Polo Gastronômico planejam fazer vistorias nas ruas mais afetadas para identificar irregularidades. Os moradores pedem controle do barulho, liberação das calçadas, cumprimento dos horários de fechamento e ações contra o comércio irregular. Eles também querem punições para os infratores, como apreensão de móveis e cassação de alvarás. Moura citou um caso semelhante em Ipanema, onde conseguiram resolver conflitos entre moradores e frequentadores. Ele acredita que, com diálogo, é possível melhorar a situação em Botafogo. Moradores, insatisfeitos com a situação, pensaram em protestar, mas optaram por colocar faixas em locais problemáticos. Eles se sentem incomodados e pedem mais respeito para poder viver tranquilamente.
Em Botafogo, moradores enfrentam problemas com barulho excessivo, ocupação irregular de calçadas e desrespeito às normas de funcionamento de bares e restaurantes. Na última terça-feira, representantes da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (Amab) se reuniram com o presidente do Polo Gastronômico da Zona Sul, Tiago Moura, para discutir soluções.
Durante o encontro, Moura propôs reduzir o horário de funcionamento dos bares na Rua Arnaldo Quintela, um dos principais focos de reclamação. Ele reconheceu a necessidade de ajustes e afirmou que a entidade colaborará com a fiscalização e pressionará o poder público a agir contra estabelecimentos infratores. Moura destacou que cerca de quinze bares estão representados pela associação.
A presidente da Amab, Regina Chiaradia, enfatizou a importância de combater a perturbação do sossego e o desrespeito às normas. “Não desejamos acabar com os bares de Botafogo, mas queremos uma convivência respeitosa”, afirmou. A Amab e o Polo Gastronômico planejam realizar uma vistoria conjunta nas ruas mais afetadas para identificar irregularidades.
Entre as principais reivindicações dos moradores estão o controle do barulho, a liberação das calçadas para pedestres e cadeirantes, e o cumprimento dos horários de fechamento. Os residentes também pedem ações punitivas, como a apreensão de mobiliário irregular e a cassação de alvarás. Moura citou sua experiência com o bar Canastra, em Ipanema, onde conflitos semelhantes foram resolvidos.
A situação em Botafogo gerou tensões, e moradores consideraram protestos, mas optaram por instalar faixas em locais problemáticos. A convivência entre comércio e residências é marcada por um sentimento de insegurança, com relatos de moradores se sentindo acuados por seguranças de bares. Uma moradora expressou a esperança de que a aproximação com o Polo Gastronômico traga soluções para os problemas enfrentados.
Entre na conversa da comunidade