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Moradores de Paquetá planejam protesto contra atrasos do Consórcio Barcas Rio

Moradores de Paquetá planejam protesto em 22 de maio contra atrasos e falta de diálogo do Consórcio Barcas Rio, que completa cem dias de operação.

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Moradores de Paquetá estão insatisfeitos com o Consórcio Barcas Rio, que assumiu o transporte aquaviário na Baía de Guanabara em fevereiro. Eles reclamam de atrasos frequentes e falta de comunicação com a nova gestão. O presidente da Associação de Moradores de Paquetá, Guto Pires, afirmou que os atrasos agora são maiores do que os da antiga empresa, a CCR Barcas, e que não houve resposta a pedidos de reunião com a diretoria. Para protestar, os moradores planejam uma manifestação no dia 22 de maio, quando o consórcio completa cem dias de operação. Além dos atrasos, eles também se queixam de problemas antigos, como a proibição de entrar na estação antes da hora da partida, o que os expõe à violência, e a falta de abrigo para passageiros preferenciais em dias de atraso. A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana informou que, em abril, apenas 8,95% das viagens tiveram atrasos superiores a dez minutos e que o consórcio está buscando melhorias. A Setram também disse que os passageiros preferenciais têm um espaço coberto para aguardar, mas os moradores ainda se sentem desrespeitados pela falta de diálogo.

Moradores de Paquetá planejam protesto contra atrasos no transporte aquaviário

Moradores da ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, organizam um protesto para o dia 22 de maio, quando o Consórcio Barcas Rio completará cem dias de operação. A insatisfação é com os atrasos frequentes e a falta de diálogo com a nova gestão, que substituiu a CCR Barcas em fevereiro.

O presidente da Associação de Moradores de Paquetá (Morena), Guto Pires, afirma que os atrasos aumentaram, com esperas de até uma hora. Ele relata que, em abril, pelo menos três embarcações atrasaram uma hora. Além disso, a associação critica a falta de embarcações climatizadas e longos intervalos entre os serviços.

Reclamações e condições de embarque

Os moradores também reclamam de problemas que persistem desde a gestão anterior. Um deles é a proibição de entrada na estação da Praça XV antes da saída da barca, o que expõe os passageiros à violência, especialmente à noite. Pires destaca que 30% da população de Paquetá tem mais de 60 anos, tornando a situação ainda mais preocupante.

A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram) informou que, em abril, 8,95% das 693 viagens na linha Paquetá tiveram atrasos superiores a dez minutos. A Setram atribui os atrasos a condições climáticas e ao tráfego na Baía de Guanabara, além do embarque de cargas.

Respostas da gestão

Sobre a reclamação de acesso à estação, a Setram explicou que a limpeza do espaço ocorre entre os embarques. A concessionária também afirmou que o embarque preferencial é feito antecipadamente para garantir conforto e segurança.

Desde a mudança de gestão, os moradores esperam melhorias, mas ainda não obtiveram resposta a um ofício enviado à diretoria do consórcio, que solicitava uma reunião para discutir as demandas da comunidade. Pires considera a falta de resposta um descaso com os passageiros.

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