Um novo estudo chamado “Desigualdades Informativas” mostra que homens e mulheres têm preferências diferentes para consumir notícias nas redes sociais. As mulheres preferem o Instagram, com 48,2% delas usando essa plataforma, enquanto os homens preferem o YouTube, com 29% de uso. As mulheres também se informam mais pelas redes sociais, com 55% delas fazendo isso, enquanto 51,4% dos homens preferem a televisão. O uso de sites de notícias é semelhante entre os gêneros, com 36,4% das mulheres e 40,5% dos homens acessando. Além disso, 20,3% das mulheres e 22,8% dos homens usam aplicativos para se informar. O estudo revela que a extrema direita é o grupo que mais utiliza as redes sociais como principal fonte de informação, com 78,3% desse grupo fazendo isso, enquanto esse número diminui entre pessoas de outras ideologias. A pesquisa foi realizada com 1.549 entrevistas por telefone entre 10 e 13 de outubro de 2024, com homens e mulheres acima de 18 anos no Brasil.
A nova edição do estudo “Desigualdades Informativas”, divulgada pelo Aláfia Lab, revela diferenças significativas no consumo de informação nas redes sociais entre gêneros. A pesquisa, realizada entre os dias 10 e 13 de outubro de 2024, entrevistou 1.549 pessoas no Brasil.
Os dados mostram que as mulheres preferem o Instagram para acessar notícias, com 48,2% indicando essa plataforma como a principal. Em contraste, os homens optam mais pelo YouTube, com 29% de preferência. O Instagram, no entanto, é a rede social mais utilizada por ambos os gêneros, embora com maior adesão feminina.
Preferências de Consumo
Além disso, 55% das mulheres afirmam que as redes sociais são sua principal fonte de informação, enquanto 51,4% dos homens preferem a televisão. O acesso a sites de notícias é semelhante entre os gêneros, com 36,4% das mulheres e 40,5% dos homens utilizando essa fonte. O uso de aplicativos para se informar é relatado por 20,3% das mulheres e 22,8% dos homens.
Tendências Políticas
Outro dado relevante do estudo é que a extrema direita é o grupo que mais utiliza as redes sociais como principal fonte de informação. Cerca de 78,3% dos entrevistados que se identificam como de extrema direita preferem esse meio. O percentual diminui entre os que se posicionam mais ao centro, com 60% na direita e 54% no centro. Na esquerda e extrema esquerda, os números caem para 57,1% e 38,5%, respectivamente.
Essas informações destacam como o consumo de notícias nas redes sociais varia conforme o gênero e a orientação política, refletindo tendências importantes na sociedade atual.
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