O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está pressionando o governo de Lula para aumentar o orçamento da reforma agrária em R$ 1 bilhão em 2025. O objetivo é comprar terras para assentar 65 mil famílias que estão acampadas. O MST afirma que essa ação é necessária para ajudar as 120 mil famílias que aguardam por um lugar para viver. O governo atualmente utiliza terras públicas e outras opções para realizar os assentamentos, mas ainda não se manifestou claramente sobre o aumento do orçamento. Lula reconheceu que a reforma agrária não avançou muito e disse que é preciso acelerar o processo, mas o tema enfrenta dificuldades financeiras devido a outras prioridades do governo.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) intensificou a pressão sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o orçamento da reforma agrária seja ampliado em R$ 1 bilhão em 2025. A solicitação foi feita em reuniões recentes com o Palácio do Planalto, visando a aquisição de terras para o assentamento imediato de 65 mil famílias acampadas.
O MST destaca que essa medida é essencial para atender a uma fila de aproximadamente 120 mil famílias que aguardam por assentamento em todo o Brasil. Atualmente, o governo utiliza a arrecadação de terras públicas e devolutas para facilitar os assentamentos, por meio do programa Terra da Gente. No entanto, a resposta do governo federal sobre o aumento do orçamento ainda não foi clara.
Em abril, o presidente Lula reconheceu que a reforma agrária avançou pouco durante seu governo e enfatizou a necessidade de “colocar o pé na porta” para acelerar o processo. O MST busca garantir que o orçamento de 2025 inclua recursos suficientes para a distribuição de terras e a consolidação de novos assentamentos, enfrentando desafios orçamentários em meio a outras prioridades do governo.
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