Um novo estudo revelou que uma enzima chamada disulfeto sintase permite que plantas como o repolho-de-peste emitam odores muito desagradáveis. Essa enzima transforma moléculas de enxofre em compostos que causam o mau cheiro. Além disso, a pesquisa mostrou que muitos tipos de plantas, em menos de 7 milhões de anos, aprenderam a produzir cheiros como de fezes ou carne podre. Em outra notícia, o presidente Trump suspendeu o financiamento federal para pesquisas que podem tornar patógenos mais perigosos. Essa decisão afeta muitos estudos, pois alguns cientistas acreditam que a suspensão é ampla demais e pode prejudicar pesquisas de baixo risco.
Um novo estudo revela que a enzima disulfeto sintase permite que plantas como o repolho-de-peste emitam odores desagradáveis. Essa enzima, que difere de outras comuns em plantas e animais por apenas três aminoácidos, transforma moléculas de enxofre em compostos responsáveis pelo mau cheiro das flores.
Pesquisadores descobriram que aromas como fezes e carne podre são surpreendentemente populares no reino vegetal. Espécies de um determinado gênero de plantas evoluíram para produzir esses odores em menos de sete milhões de anos, um período curto em termos evolutivos.
Em um contexto mais amplo, um decreto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu o financiamento federal para pesquisas de “ganho de função”. Essa suspensão, que abrange estudos sobre patógenos e toxinas que podem torná-los mais letais ou transmissíveis, pode afetar também pesquisas consideradas de baixo risco.
Cientistas expressam preocupação com a amplitude da ordem, que pode levar à interrupção de investigações essenciais. A especialista em biosegurança, Gigi Gronvall, alerta que a dificuldade em prever se alterações em vírus os tornarão mais patogênicos pode forçar pesquisadores a evitar certas áreas de estudo.
Esses eventos refletem a crescente tensão entre a pesquisa científica e as políticas governamentais, impactando diretamente o avanço do conhecimento em áreas críticas.
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