Divaldo Franco, um importante médium espírita do Brasil, faleceu aos 98 anos em Salvador, após lutar contra um câncer de bexiga. Ele dedicou mais de 70 anos ao espiritismo e fundou a Mansão do Caminho, um centro que ajuda crianças e famílias em situação de vulnerabilidade. Seu velório ocorreu na Mansão do Caminho, onde amigos e admiradores prestaram homenagens, e o sepultamento foi marcado para o dia seguinte. Divaldo era conhecido por suas obras psicografadas e por seu trabalho social, tendo acolhido cerca de 685 crianças ao longo da vida. Ele também se envolveu em polêmicas políticas, apoiando figuras como Jair Bolsonaro, o que gerou críticas entre alguns espíritas. Divaldo começou a desenvolver sua mediunidade na infância e enfrentou dificuldades familiares por causa disso. Ele se destacou por suas palestras e livros, que abordam temas de autoconhecimento e espiritualidade. A Mansão do Caminho continua suas atividades, mantendo o legado de Divaldo.
O médium e líder espírita Divaldo Franco faleceu na terça-feira (13), aos 98 anos, em Salvador, após complicações de um câncer de bexiga. Ele dedicou mais de 70 anos ao espiritismo e foi um dos fundadores da Mansão do Caminho, um centro socioeducacional que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
O velório de Divaldo ocorreu na Mansão do Caminho na quarta-feira (14), das 9h às 20h, onde amigos e admiradores prestaram suas homenagens. O sepultamento foi agendado para quinta-feira (15), às 10h, no Cemitério Bosque da Paz. O corpo foi velado em caixão fechado, conforme seu pedido, e a cerimônia foi marcada por uma coroa de flores com a frase: “Quando o amor é forte, nenhuma despedida é para sempre.”
Divaldo Franco, natural de Feira de Santana, começou sua trajetória no espiritismo em 1947 e fundou a Mansão do Caminho em 1952. A entidade acolhe e educa milhares de crianças e jovens, oferecendo diversas atividades e serviços sociais. Ao longo de sua vida, Divaldo psicografou mais de 250 livros, muitos deles com mensagens de seu mentor espiritual, Joanna de Ângelis.
Nos últimos anos, Divaldo enfrentou polêmicas por suas opiniões políticas, incluindo apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele também se manifestou em defesa de manifestantes após os ataques de 8 de janeiro. Apesar das controvérsias, seu legado no espiritismo e nas obras sociais permanece significativo, com a Mansão do Caminho continuando suas atividades sob a liderança de uma equipe de colaboradores.
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