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CGU revela fraudes milionárias no INSS e aponta responsabilidade a ex-ministros do governo Bolsonaro

Investigações da CGU revelam que fraudes no INSS, principalmente por sindicatos, podem comprometer governo Lula e Bolsonaro.

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As investigações da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre fraudes no INSS estão avançando e revelaram que a maioria dos problemas ocorreu por causa de associações e sindicatos que fizeram acordos com o INSS entre 2021 e 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro. A Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos, conhecida como Ambec, se destacou por descontar irregularmente R$ 231 milhões de aposentados e pensionistas em 2024, após já ter descontado R$ 25 milhões em 2022. Esses dados ajudam a direcionar a responsabilidade para os ministros da Previdência da época, Onyx Lorenzoni e José Carlos Oliveira, em meio ao escândalo que veio à tona na operação Sem Desconto.

As investigações da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelaram que a maioria dos problemas ocorreu em acordos firmados entre 2021 e 2022. As fraudes envolvem descontos não autorizados a aposentados e pensionistas, levantando questões sobre a responsabilidade dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.

A CGU identificou que a Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos (Ambec) é a principal responsável, tendo descontado irregularmente R$ 231 milhões em 2024. Em 2022, a associação já havia descontado R$ 25 milhões. Esses dados foram coletados a partir de 1,5 milhão de pedidos de reembolso de aposentados e pensionistas.

Contexto das Investigações

As investigações começaram a ganhar destaque após a operação Sem Desconto, que trouxe à tona a magnitude das fraudes. A CGU aponta que a maior parte das irregularidades foi cometida por associações e sindicatos que firmaram acordos com o INSS durante o governo anterior. O foco agora se volta para os ex-ministros da Previdência, Onyx Lorenzoni e José Carlos Oliveira, que podem ser responsabilizados pelo escândalo.

Essas descobertas podem influenciar a narrativa política, com o governo atual buscando atribuir a responsabilidade pelas fraudes ao governo anterior. A situação continua a ser monitorada pela CGU, que promete aprofundar as investigações e identificar todos os envolvidos.

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