Os restos mortais de Procópio Ferreira e de cinco parentes estão em risco de serem descartados por causa de uma dívida de R$ 10 mil da família com a empresa que administra o Cemitério São Francisco Xavier. A família comprou o jazigo em 1925, mas agora enfrenta essa situação difícil, que contrasta com a importância do ator e dramaturgo para a cultura brasileira.
Os restos mortais de Procópio Ferreira e de cinco parentes estão ameaçados de serem descartados devido a uma dívida de R$ 10 mil da família com a concessionária Reviver, responsável pelo Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. A família adquiriu o jazigo em 1925.
Procópio Ferreira, falecido em 1979, é amplamente reconhecido como um dos grandes nomes do teatro brasileiro, atuando como ator, diretor e dramaturgo. Sua contribuição à cultura nacional é inegável e, por isso, a possibilidade de descarte de seus restos mortais gera preocupação.
A dívida acumulada pela família com a Reviver pode resultar em ações que comprometam a preservação do legado de Ferreira. A concessionária, que administra o cemitério, já notificou os familiares sobre a situação, que se agrava com o tempo.
A comunidade cultural e fãs do artista expressam indignação diante da situação. Muitos acreditam que a contribuição de Procópio Ferreira à arte brasileira deve ser respeitada e preservada, independentemente de questões financeiras. A família busca alternativas para resolver a pendência e evitar o descarte dos restos mortais.
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