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Prédios históricos da Rua do Passeio enfrentam abandono e incerteza no Centro do Rio

Prédios históricos da Rua do Passeio, no Rio, enfrentam abandono e incertezas sobre restauração e ampliação. O que será do futuro deles?

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Na Rua do Passeio, no Centro do Rio, estão dois prédios históricos que enfrentam problemas. O primeiro é a Escola de Música da UFRJ, construída em 1841, que espera por uma ampliação desde 2013, mas a obra não saiu do papel. O segundo é a antiga sede do Automóvel Club, leiloada em 2003 e comprada pela Prefeitura, que ainda não decidiu o que fazer com o local. Já houve ideias para transformá-lo em um hotel ou um espaço para economia verde, mas nada foi concretizado. Atualmente, o prédio passa por restauração, mas não há previsão de quando ficará pronto. Ambos os edifícios estão cercados por tapumes e refletem o abandono da área, que já foi mais valorizada.

A Rua do Passeio, localizada no Centro do Rio de Janeiro, abriga importantes prédios históricos, como a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a antiga sede do Automóvel Club. Ambos enfrentam sérios problemas de conservação e uso.

O casarão da Escola de Música, projetado em mil oitocentos e quarenta e um, aguarda uma ampliação prometida desde dois mil e treze. A entrega da obra estava prevista para dois mil e dezenove, mas até agora não houve progresso. O prédio continua a receber alunos, mas as condições de conservação são preocupantes.

Por outro lado, a antiga sede do Automóvel Club, construída no século dezenove, foi leiloada em dois mil e três e adquirida pela Prefeitura. Desde então, o local permanece sem um destino definido. Já foram propostas ideias como a instalação de um hotel e, mais recentemente, um “hub de economia verde e finanças”. No entanto, o município informa que o prédio está em “obras de restauro”, sem previsão de conclusão.

Essas duas joias arquitetônicas, que um dia foram símbolos de prestígio, agora estão cercadas por tapumes pichados, refletindo a decadência da área. A proximidade com a Lapa, que também apresenta sinais de abandono, agrava a situação. A falta de investimentos e planejamento para a revitalização desses espaços históricos é uma preocupação crescente entre os moradores e especialistas em patrimônio.

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