Mônaco, um dos menores países do mundo, inaugurou em dezembro de 2024 o bairro Mareterra, um projeto que custou 2 bilhões de euros e aumentou seu território em 3%. O novo bairro foi construído a partir da recuperação de terras do mar e é projetado para ser ecológico, com painéis solares, estações de carregamento para carros elétricos e muitas árvores. Mareterra inclui apartamentos, vilas, uma marina e áreas públicas, além de ter sido feito para resistir a tempestades. A construção foi feita em cima de grandes câmaras de concreto que ajudam a proteger a área do impacto das ondas. Embora o projeto busque resolver problemas de habitação, os preços dos imóveis são muito altos, começando em 100 mil euros por metro quadrado, e não há moradias reservadas para os monegascos. O príncipe Albert de Mônaco acredita que a expansão do território é essencial para o futuro do país.
Mônaco inaugurou o bairro de Mareterra em dezembro de 2024, um projeto de 2 bilhões de euros que recupera terras do mar e aumenta o território do principado em 3%. A nova área é uma resposta à falta de espaço no segundo menor país do mundo, que enfrenta alta densidade populacional.
Mareterra foi projetado para ser o bairro mais ecológico de Mônaco, com nove mil metros quadrados de painéis solares e 200 estações de carregamento para veículos elétricos. O bairro inclui dois blocos de apartamentos, dez vilas, uma marina e três hectares de espaço público. A construção foi feita sobre dezoito câmaras de concreto que atuam como quebra-mares, absorvendo o impacto das ondas.
O diretor da SAM L’Anse du Portier, Guy Thomas Levy-Soussan, destacou que o design das câmaras garante que mesmo durante tempestades, as ondas não inundarão a área. O projeto também se preocupa com a fauna marinha, tendo transferido 384 metros quadrados de Posidonia oceanica para preservar o ecossistema local.
Mareterra se integra à paisagem monegasca, próximo ao Fórum Grimaldi e ao Jardim Japonês. Embora o bairro tenha sido pensado para os moradores locais, os preços dos imóveis começam em 100 mil euros por metro quadrado, tornando-se uma das áreas residenciais mais caras do mundo. Nenhuma das novas residências foi reservada para os monegascos, que têm direito à habitação social.
O príncipe Albert II de Mônaco acredita que a construção é essencial para o crescimento do país. Nancy Heslin, cofundadora da Carob Tree Publishing, afirmou que Mônaco sempre buscará expandir seu território. Mareterra é visto como um exemplo de inovação para outras cidades costeiras.
Entre na conversa da comunidade