Na noite de 28 de setembro, um meteoro chamado “bola de fogo” passou pelo céu de Maoming, na China, iluminando a noite e causando um grande estrondo. O fenômeno foi tão brilhante que fez parecer que era dia por alguns segundos, assustando pessoas e animais. Câmeras de segurança registraram o meteoro, que tinha um rastro luminoso em cores que variavam do amarelo ao verde. Especialistas confirmaram que o meteoroide tinha cerca de um metro de diâmetro e entrou na atmosfera, queimando a altas temperaturas. O estrondo que se ouviu foi semelhante a um trovão, e a energia liberada foi comparável a 500 a 2.000 toneladas de TNT. As autoridades locais não encontraram danos e pediram calma à população, informando que o evento está sendo monitorado. Acredita-se que o meteoro tenha se desintegrado ou caído no Mar da China Meridional, já que não foram encontrados fragmentos no solo.
Um meteoro conhecido como “bola de fogo” cruzou o céu de Maoming, na província de Guangdong, na China, na noite de 28 de setembro. O fenômeno ocorreu por volta das 21h30 (horário local) e iluminou a noite, gerando um estrondo que assustou moradores e animais.
Imagens de câmeras de segurança mostram um clarão intenso, que variava do amarelo-alaranjado ao verde-azulado, muito mais brilhante que um meteoro comum. Especialistas do Observatório Astronômico Nacional da Academia Chinesa de Ciências confirmaram que o meteoroide tinha aproximadamente um metro de diâmetro e queimou intensamente ao entrar na atmosfera terrestre, atingindo temperaturas de milhares de graus Celsius.
O impacto gerou um estrondo semelhante a um trovão, resultado de explosões em grandes altitudes. A energia liberada pelo meteoro foi estimada entre 500 e 2.000 toneladas de TNT, comparável a um evento similar ocorrido em 2020 no Planalto Qinghai-Tibete.
Monitoramento e Segurança
As autoridades locais realizaram inspeções durante a madrugada e não registraram danos materiais. O Departamento de Gestão de Emergências de Maoming orientou a população a manter a calma e informou que o fenômeno está sendo monitorado por órgãos governamentais e instituições astronômicas. Não há indícios de impactos incomuns.
A trajetória do meteoro foi do nordeste para o sudoeste, e acredita-se que ele tenha se desintegrado completamente ou caído no Mar da China Meridional, já que não foram encontrados fragmentos no solo. O astrônomo Gou Lijun, da Academia Chinesa de Ciências, explicou que o fenômeno é resultado da entrada de poeira cósmica ou pequenas partículas na atmosfera terrestre. Cidadãos foram aconselhados a não entrar em pânico.
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