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Pope Leo XIV visita palácio de verão e debate futuro do Castel Gandolfo

Pope Leo XIV visita o palácio de verão em Castel Gandolfo, levantando dúvidas sobre seu uso futuro como refúgio ou museu ambiental.

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O Papa Leo XIV visitou recentemente o palácio de verão dos papas, localizado ao sul de Roma, levantando dúvidas sobre seu uso futuro. Ele pode optar por usar o local como refúgio de verão ou seguir o exemplo do Papa Francisco, que decidiu não utilizá-lo e transformou parte do palácio em um museu e centro ambiental. Durante a visita, Leo conheceu o Borgo Laudato Si, um projeto de sustentabilidade que surgiu da encíclica ambiental de Francisco. O palácio, construído em 1624, foi usado por papas anteriores, mas Francisco, que não tirou férias durante seu papado, preferiu ficar em Roma. Em 2014, ele abriu os jardins do Castel Gandolfo ao público e fez mudanças para ajudar a economia local, que sofreu com a ausência de turistas. Leo, que trabalhou como missionário no Peru, ainda não anunciou onde viverá em Roma ou se usará o palácio durante o verão.

Pope Leo XIV visitou recentemente o palácio de verão papal em Castel Gandolfo, gerando especulações sobre seu uso futuro. A visita ocorreu na quinta-feira e levantou questões se o novo papa irá utilizar o local como refúgio de verão ou manterá a tradição de Pope Francis de não usá-lo.

O palácio, que foi transformado em museu e centro ambiental por Francis, abriga o projeto educacional Borgo Laudato Si, que surgiu da encíclica ambiental de 2015, “Praised Be”. O centro está localizado nos jardins da propriedade, que se estende por 55 hectares e é maior que o próprio Vaticano.

Historicamente, papas costumavam utilizar o palácio durante o verão. Pope Benedict XVI fez sua última aparição pública lá em fevereiro de 2013. No entanto, Pope Francis, que não tirou férias durante seu papado, decidiu abrir os jardins ao público em 2014 e transformar parte do palácio em um museu, visando ajudar a economia local.

Pope Leo XIV, um ex-missionário que atuou no Peru, ainda não anunciou onde residirá permanentemente em Roma, nem se fará uso do palácio durante o verão. A expectativa é que sua decisão possa influenciar a continuidade das iniciativas de sustentabilidade e turismo na região.

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