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José Roberto de Castro Neves é eleito para a cadeira 26 da Academia Brasileira de Letras

José Roberto de Castro Neves é o novo membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 26, antes de Marcos Vilaça.

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José Roberto de Castro Neves foi eleito para a cadeira 26 da Academia Brasileira de Letras em 29 de março, recebendo 27 votos contra 7 de Rodrigo Lacerda. Ele substitui Marcos Vilaça, que faleceu em março. Castro Neves, advogado e professor, é doutor em Direito pela UERJ e mestre pela Universidade de Cambridge. Ele já publicou 18 obras, incluindo livros sobre direito e literatura, e lançou recentemente seu primeiro romance, “Ozymandias”, que aborda temas como destino e relações humanas. Além de lecionar, ele também é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.

José Roberto de Castro Neves foi eleito para a cadeira 26 da Academia Brasileira de Letras na tarde de 29 de março. O advogado e escritor carioca, de 54 anos, obteve 27 votos, superando Rodrigo Lacerda, que recebeu sete votos. A cadeira estava vaga desde a morte de Marcos Vilaça, ocorrida em março deste ano.

Castro Neves é doutor em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ele é autor de diversas obras, incluindo títulos como “Medida por Medida: o Direito em Shakespeare” e “Como os Advogados Salvaram o Mundo”. Recentemente, lançou seu primeiro romance, “Ozymandias”, que explora temas como destino e relações humanas em uma narrativa ambientada na fictícia cidade de Ateninhas.

Atualmente, o novo acadêmico leciona Direito Civil na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além disso, ocupa a cadeira 27 da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. Castro Neves se junta a um grupo recente de imortais, que inclui o poeta Paulo Henriques Britto e a jornalista Míriam Leitão, eleitos em votações anteriores.

A Academia Brasileira de Letras continua em processo de renovação, com novas candidaturas abertas após a morte do linguista Evanildo Bechara. Ana Maria Gonçalves, autora de “Um Defeito de Cor”, já se inscreveu para a cadeira 33, que, se eleita, a tornará a primeira mulher negra imortal da Academia.

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