O aeroporto internacional Jorge Chávez, em Lima, foi substituído por um novo terminal que começou a operar em 1 de junho, após várias adiamentos. O novo terminal, localizado no Callao, foi criado para atender ao aumento no número de passageiros, mas enfrenta problemas de acessibilidade e segurança nas vias de acesso. O único caminho para o aeroporto é pela avenida Morales Duárez, que tem tráfego intenso e pouca iluminação. Além disso, os passageiros agora precisam pagar uma nova tarifa para usar o aeroporto, o que gerou críticas. A inauguração do novo terminal também foi marcada por um incidente quase trágico envolvendo dois aviões. Apesar das dificuldades, o novo aeroporto tem como objetivo aumentar o turismo e o comércio exterior do Peru, com a expectativa de atender 38 milhões de passageiros até 2030.
Após 65 anos de operação, o aeroporto internacional Jorge Chávez, em Lima, inaugurou um novo terminal no dia 1º de junho. A nova estrutura, localizada no Callao, foi necessária devido ao aumento constante no fluxo de passageiros, que chegou a 17 milhões por ano em 2014. A cerimônia de abertura contou com a presença da presidente Dina Boluarte.
O novo terminal, que enfrentou diversos atrasos e polêmicas, apresenta desafios de acessibilidade. A única via de acesso é pela avenida Morales Duárez, que possui tráfego intenso e pode colapsar a qualquer momento, segundo a Defensoria do Povo. Além disso, uma nova tarifa, a Tarifa Unificada de Uso de Aeropuertos (TUUA), foi implementada, cobrando 11,32 dólares para voos internacionais e 7,07 dólares para nacionais, gerando críticas da Associação Peruana de Consumidores e Usuários (ASPEC).
A construção do novo terminal, que custou cerca de 2,4 bilhões de dólares, foi acordada em 2017 entre a concessionária Lima Airport Partners e o Ministério de Transportes. O projeto visava substituir o antigo aeroporto, que operava desde 1960. O primeiro voo do novo terminal partiu para Atlanta, com 233 passageiros a bordo, e outros voos internacionais também chegaram de Madrid, São Paulo e Santiago de Chile.
Apesar das expectativas de crescimento, com a meta de atender 38 milhões de passageiros até 2030, o novo terminal ainda enfrenta críticas sobre sua infraestrutura e segurança. Problemas de tráfego e acessibilidade podem impactar a experiência dos usuários, levantando preocupações sobre a eficácia do planejamento urbano em Lima.
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