Cientistas do Centro Científico de Mônaco estão estudando como a acidificação dos oceanos afeta os corais, cultivando a espécie Stylophora pistillata em condições ácidas. Na Argentina, mais de mil cientistas protestaram contra cortes severos no financiamento da pesquisa, que começaram com a administração do presidente Javier Milei, resultando na paralisação total de recursos para projetos já aprovados. Em outra descoberta, pesquisadores encontraram uma proteína que pode se ligar a DNA normal e em espelho, o que é raro e intrigante. Além disso, o governo de Singapura está trabalhando com acadêmicos para proteger áreas verdes ameaçadas pela urbanização, embora haja controvérsias sobre a eficácia de alguns projetos e a representação da flora local.
Pesquisadores do Centro Científico de Mônaco têm estudado os efeitos da acidificação dos oceanos em corais, especificamente a espécie *Stylophora pistillata*. O experimento, que ocorre há quatorze anos, visa entender como as condições ácidas afetarão os recifes no futuro. As imagens do projeto foram destacadas na série “Repairing the Earth”, da fotojornalista Kasia Strek, vencedora do Sony World Photo Award de Sustentabilidade.
Na Argentina, mais de mil cientistas protestaram nas ruas em resposta ao que chamam de “cienticídio”, resultado dos cortes severos no financiamento da ciência sob a administração do presidente Javier Milei, que assumiu o cargo no final de 2023. O físico Fernando Stefani afirmou que o financiamento para pesquisas parou completamente, afetando até contratos já aprovados.
Descoberta Científica
Cientistas também identificaram uma proteína ambidextra que pode se ligar tanto ao DNA normal quanto ao DNA em espelho. Essa proteína possui uma estrutura simétrica, permitindo que versões “canhotas” e “destros” se conectem a ambas as formas de DNA. O historiador de proteínas Liam Longo sugere que essa ambidestria pode ter evoluído em um período em que formas de vida “espelhadas” coexistiam na Terra.
Preservação em Cingapura
Em Cingapura, o governo colabora com acadêmicos para proteger espaços verdes ameaçados pelo crescimento urbano. Iniciativas incluem grupos de trabalho específicos para espécies e programas de plantio de árvores. No entanto, a implementação desses projetos enfrenta críticas. Alguns pesquisadores alertam que os danos colaterais podem anular os benefícios esperados, enquanto outros questionam a autenticidade das áreas preservadas, que não representam a flora local típica.
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