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Paraquedista mineiro morre em colisão durante salto em Boituva, São Paulo

Investigação apura colisão fatal entre paraquedistas em Boituva; equipamentos de Thomas Storino Britis foram apreendidos pela polícia

Thomas Storino Britis, de 44 anos, morreu durante salto de paraquedas (Foto: Reprodução / Instagram)
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  • Um acidente de paraquedismo em Boituva, interior de São Paulo, resultou na morte de Thomas Storino Britis, CEO da Voluy Telecom.
  • O incidente ocorreu na manhã de sábado, 2 de setembro, durante um salto do tipo “desloc”.
  • Britis colidiu com outro paraquedista e foi atingido na cabeça pelo joelho do colega, perdendo o controle do paraquedas.
  • Ele caiu fora da área de pouso designada e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos.
  • A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal e morte suspeita, com a perícia apreendendo os equipamentos utilizados.

Um trágico acidente de paraquedismo em Boituva, interior de São Paulo, resultou na morte de Thomas Storino Britis, CEO da Voluy Telecom, de 44 anos. O incidente ocorreu na manhã deste sábado, 2 de setembro, quando Britis colidiu com outro paraquedista durante um salto.

A colisão aconteceu enquanto os dois atletas realizavam um salto do tipo “desloc”. Britis foi atingido na cabeça pelo joelho do colega, o que fez com que ele perdesse o controle do paraquedas. Apesar de ambos os paraquedas terem sido abertos, Britis caiu fora da área de pouso designada. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao Hospital São Luís, onde a morte foi confirmada.

A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal e morte suspeita. A perícia apreendeu os equipamentos utilizados, incluindo os paraquedas e o capacete de Britis. O Instituto Médico Legal (IML) realizará exames para determinar a causa exata do falecimento. O outro paraquedista envolvido no acidente sobreviveu sem ferimentos graves.

Natural de Itajubá, Minas Gerais, Britis residia em Pouso Alegre e era reconhecido por sua experiência no paraquedismo. A Voluy Telecom, empresa que ele liderava, expressou seu pesar em nota, destacando seu legado de inovação e liderança. A Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq) reafirmou que a prática do esporte segue rigorosamente as normas de segurança e designou um perito técnico para acompanhar a investigação.

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