- O Palmeiras emitiu um comunicado repudiando a ação do Flamengo que bloqueou o repasse de R$ 77 milhões de direitos de TV do Brasileirão para os clubes da Liga Brasileira de Futebol (Libra).
- O Flamengo entrou com uma ação judicial e obteve uma liminar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para travar o repasse dos direitos de TV.
- O Palmeiras classificou a atitude do Flamengo como contraditória e prepotente, argumentando que o repasse beneficiaria todos os clubes da Libra, incluindo o Flamengo.
- A diretoria do Palmeiras relembrou um episódio anterior em que o Flamengo se recusou a assinar um manifesto da Libra sobre o combate ao racismo.
- O Flamengo discorda da forma como a Libra distribui as verbas de acordo com a audiência das transmissões, diferentemente do Palmeiras.
O Palmeiras emitiu um comunicado oficial repudiando a conduta do Flamengo pela atuação no bloqueio dos pagamentos de uma parcela dos direitos de TV do Brasileirão que seria distribuída aos clubes que fazem parte da Liga Brasileira de Futebol (Libra). O clube carioca entrou com uma ação judicial e, após liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, conseguiu travar o repasse de R$ 77 milhões referentes a porcentagem dos ganhos com o pay-per-view aos clubes que fazem parte do grupo.
Flamengo trava repasse milionário
No comunicado, o Palmeiras classificou a ação do Flamengo como contraditória e prepotente. O clube paulista afirma que o valor seria benéfico para os integrantes do clube, incluindo a equipe carioca, e compreende que o repasse contribuiria para o crescimento coletivo do futebol brasileiro.
Histórico de atritos
Por meio da nota, a diretoria do Palmeiras relembrou um episódio em que o Flamengo se recusou a assinar um manifesto da Libra que cobrava providências no combate ao racismo nos gramados sul-americanos. A atual diretoria do Flamengo, presidida por BAP, discorda da maneira que a entidade divide as verbas de acordo com a audiência das transmissões. O contrato da Libra com a Globo prevê a seguinte distribuição: 40% de maneira igualitária para todos os clubes da Série A; 30% de acordo com os resultados esportivos; e os outros 30% conforme a audiência, ponto de discordância do Flamengo.
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