- Ryan Cornelius, empresário britânico, foi detido em Dubai em 2008 por um empréstimo bancário; em 2011 foi condenado por fraude e, em 2018, a pena foi estendida para 30 anos, significando prisão até 2038 aos 84 anos.
- O Dubai Islamic Bank cobra US$ 432 milhões e apreende ativos do empresário, incluindo um empreendimento imobiliário avaliado em mais de US$ 3 bilhões.
- Em 2022, um grupo da ONU classificou a detenção como arbitrária, destacando que a extensão da pena ocorreu em julgamento sem padrões normais.
- Recentemente, o Dubai Islamic Bank sinalizou lucros superiores a US$ 2 bilhões neste ano; parlamentares britânicos pressionam pela clemência, com visitas à embaixada dos Emirados e diálogo com autoridades, citando o dia nacional dos UAE em 2 de dezembro como oportunidade para revisão.
- A esposa de Cornelius, Heather, enfrenta dificuldades financeiras; parlamentares, incluindo o ex-líder conservador Iain Duncan Smith, entregaram carta aos emirados solicitando revisão do caso, na expectativa de que a data nacional motive mudança.
Ryan Cornelius, um empresário britânico, foi detido em Dubai em 2008 por um empréstimo bancário. Em 2011, foi condenado por fraude e teve sua pena estendida em 2018 para 30 anos, o que significa que ele ficará preso até 2038, quando terá 84 anos. O caso envolve o Dubai Islamic Bank, que exige o pagamento de US$ 432 milhões e a apreensão de ativos de Cornelius.
Recentemente, o Dubai Islamic Bank anunciou que pode registrar lucros superiores a US$ 2 bilhões neste ano. Isso gerou pressão de parlamentares britânicos, que estão buscando clemência para Cornelius. Eles realizaram visitas à embaixada dos Emirados Árabes Unidos e dialogaram com autoridades locais, citando a data nacional dos UAE, em 2 de dezembro, como uma oportunidade para reavaliar o caso.
A situação de Cornelius é complexa, pois sua esposa, Heather, enfrenta dificuldades financeiras e não possui meios para pagar a quantia exigida. Os ativos dele, incluindo um empreendimento imobiliário avaliado em mais de US$ 3 bilhões, foram apreendidos pelo banco. Em 2022, um grupo da ONU considerou sua detenção como arbitrária, destacando que a extensão de sua pena foi decidida em um julgamento que não seguiu os padrões normais.
Os parlamentares britânicos, incluindo o ex-líder conservador Iain Duncan Smith, entregaram uma carta respeitosa ao emirados, solicitando a revisão do caso. Embora apelos anteriores não tenham sido respondidos, há esperança de que a data nacional possa trazer uma mudança na situação de Cornelius.
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