- A marca francesa Duralex pediu financiamento de emergência de cinco milhões de euros e atingiu a meta em cinco horas e quarenta minutos.
- Em quarenta e oito horas, mais de dezenove milhões de euros foram arrecadados.
- Por ser uma cooperativa de funcionários, o teto de cinco milhões de euros é o máximo que pode receber de investimento público.
- O diretor-geral François Marciano, 59 anos, afirmou ter ficado surpreso com a rapidez da resposta.
- A empresa já enfrentou reveses nas últimas duas décadas, mas tem histórico de recuperação.
A Duralex, fabricante francês de vidro, pediu 5 milhões de euros em financiamento de emergência para assegurar o futuro imediato da fábrica. O apelo foi aberto no início deste mês e atraiu apoio público rapidamente, em tom de mobilização coletiva.
A meta foi atingida em 5 horas e 40 minutos, com mais de 19 milhões de euros arrecadados em 48 horas. O diretor-geral François Marciano, de 59 anos, disse ter ficado surpreso com a rapidez da resposta.
A Duralex funciona como cooperativa de funcionários, o que impõe o teto de 5 milhões de euros para aportes públicos. Marciano afirmou que a soma alcançada superou as expectativas e que houve necessidade de interromper o recebimento de novas adesões.
Desempenho e perspectiva
A mobilização superou o valor inicialmente previsto para toda a campanha, segundo a diretoria. A cooperativa mantém o limite de financiamento público definido pela estrutura organizacional. A empresa não comentou planos específicos de uso imediato dos recursos.
A marca, associada à nostalgia, busca manter a produção estável após décadas de reversões. O caso é visto como indicativo de confiança de clientes e trabalhadores na continuidade da fábrica, ainda sem detalhes sobre prazos de retomada.
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