- O ministro Alexandre de Moraes ficou rouco e pediu desculpas pela voz após ir ao jogo entre Corinthians e Cruzeiro, pela volta da semifinal da Copa do Brasil, no domingo.
- O Corinthians venceu por um a zero fora de casa, no Mineirão, perdeu por dois a um em casa e garantiu a vaga na final nos pênaltis, com o goleiro Hugo Souza defendendo duas cobranças (5 a 4 no total).
- A final será contra o Vasco; a ida ocorre no dia 17, às 21h30, na Neo Química Arena, e a volta no dia 21, às 18h30, no Maracanã.
- No julgamento do núcleo dois da tentativa de golpe de Estado, Moraes votou pela condenação de cinco dos seis réus, mantendo que quatro devem responder por cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano ao patrimônio da União e deterioração de bem tombado.
- Fernando de Sousa Oliveira foi a exceção entre os réus, sendo mencionado como ex-diretor do Ministério da Justiça, acusado de encomendar relatório de inteligência e de omissão nos ataques de 8 de janeiro.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirmou nesta terça-feira (16) estar rouco devido à classificação do Corinthians para a final da Copa do Brasil. A explicação ocorreu durante o voto no julgamento do núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado. Moraes pediu desculpas pela voz, atribuindo a condição ao passeio ao jogo de domingo (14).
Na semifinal, o Corinthians venceu o Cruzeiro por 1 a 0 fora de casa, no Mineirão, mas perdeu por 2 a 1 na Arena de Itaquera. A vaga na final foi definida nos pênaltis, com o goleiro Hugo Souza pegando duas cobranças e garantindo o triunfo por 5 a 4.
A decisão coloca o Timão frente ao Vasco, que eliminou o Fluminense na outra chave. O jogo de ida da final está marcado para quarta-feira (17), às 21h30, na Neo Química Arena. A volta ocorre no domingo (21), às 18h30, no Maracanã.
Julgamento do núcleo 2
Nesta terça, Moraes votou pela condenação de cinco dos seis réus do núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado. O ministro entendeu que quatro réus devem responder pelos cinco crimes imputados na denúncia.
Entre os crimes listados, constam organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano ao patrimônio da União e deterioração de bem tombado. A exceção é Fernando de Sousa Oliveira.
Fernando de Sousa Oliveira foi acusado de encomendar o relatório de inteligência que orientou as blitze da PRF e de ser omisso nos ataques de 8 de Janeiro. O julgamento continua com os demais votos e debates previstos.
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