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Julia Kudiess é eleita 5ª melhor jogadora de vôlei do mundo

Julia Kudiess é eleita quinta melhor jogadora do mundo pela Volleyball World, líder em bloqueios na Liga das Nações e contribuindo para a prata do Brasil

Gabi Guimarães e Julia Kudiess estão na Seleção Ideal da VNL Feminina (Foto: Divulgação/Volleyball World)
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  • Julia Kudiess, central da seleção brasileira, ficou em quinto lugar no ranking global divulgado pela Volleyball World.
  • A atleta tem 22 anos e foi a primeira brasileira a aparecer na lista dos 10 melhores, masculina e feminina.
  • Ela foi a maior bloqueadora da Liga das Nações, com 63 pontos no fundamento, 18 a mais que a segunda colocada.
  • No Mundial, registrou 30 bloqueios, mantendo o posto de melhor marcadora da estatística individual.
  • A seleção brasileira feminina terminou 2025 no ranking mundial da FIVB em segundo lugar, com 428 pontos, atrás apenas da Itália.

A central da Seleção Brasileira de vôlei feminino, Julia Kudiess, foi apontada pela Volleyball World como a quinta melhor jogadora do mundo nesta temporada. A colocação coloca a brasileira entre as atletas de elite do circuito. Ela tem 22 anos e estreou entre as melhores da lista divulgada pela federação internacional.

Kudiess teve destaque individual na Liga das Nações (VNL), onde foi a maior bloqueadora da competição, somando 63 pontos no fundamento. O desempenho ajudou o Brasil a conquistar a medalha de prata no torneio, com atuação decisiva em defesa e ataque.

No Mundial, a central teve 30 bloqueios, estatística que manteve seu histórico de liderança entre as jogadoras do torneio. O conjunto de ações da atleta contribuiu para o bronze conquistado pela equipe brasileira na competição.

Desempenho da seleção brasileira no ano

A seleção feminina de vôlei encerrou 2025 ocupando a segunda posição no ranking mundial da FIVB, com 428 pontos. A Itália ficou em primeiro, segundo dados oficiais da federação. O resultado confirma a condição de Brasil como uma das principais potências do voleibol feminino contemporâneo.

A análise da FIVB considera o desempenho de 222 seleções e a complexidade dos adversários. Vencer a primeira colocada rende pontos significativamente superiores a derrotas contra equipes mais abaixo na tabela. Esse critério influenciou a posição final do Brasil no ano.

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