- O acidente fatal de Jules Bianchi no GP do Japão de 2014 levou à adoção do halo na Fórmula 1.
- Bianchi, 25 anos, sofreu lesão axonal difusa após aquaplanar e colidir com o carro de Adrian Sutil e com o trator que removia o veículo; morreu meses depois na França, sendo a primeira morte na categoria desde 1994.
- O episódio ocorreu em meio a chuvas fortes, com o safety car não acionado e a retirada do carro por um trator, gerando debate na época sobre a decisão dos comissários.
- O halo ficou conhecido por salvar vidas em ocorrências posteriores, como Grosjean em 2020 e o choque entre Verstappen e Hamilton em 2021, evitando impactos diretos na cabeça.
- A temporada de 2026 da Fórmula 1 retorna ao Japão, em Suzuka, de 26 a 29 de março, com atividades em horários de madrugada.
Na Fórmula 1, a memória de 2014 permanece como marco de segurança. Jules Bianchi, piloto francês da Marussia, morreu após grave acidente no GP do Japão, em Suzuka. O episódio levou à adoção do halo, dispositivo de proteção que hoje é obrigatório.
A colisão ocorreu em meio a fortes chuvas durante a prova de 2014. Bianchi aquaplanou e colidiu com um carro de Sutil, que já estava marcado na pista, além de acertar o trator que atuava na retirada da dupla de carros. Ele sofreu lesões graves e entrou em coma, falecendo meses depois na França.
A tragédia trouxe mudanças estruturais de segurança na F1. O halo foi introduzido na temporada seguinte e mostrou eficácia em diversos incidentes, salvando pilotos ao redor do mundo. Em 2018, 2020 e 2021, situações graves foram mitigadas pela proteção, conforme relatos da FIA e equipes.
Em relação ao calendário atual, a F1 retorna ao Japão para a temporada de 2026. O Grande Prêmio de Suzuka está marcado para 26 a 29 de março, com a prova sediada no Circuito de Suzuka. A etapa ocorrerá em horário noturno, seguindo a configuração de fusos usados em Austrália e China.
A organização divulgou a programação de atividades, incluindo treinos livres, classificação e corrida. As sessões ocorrem entre quinta e domingo, com transmissão pela televisão e plataformas de streaming conforme o habitual. A cobertura em tempo real ficará a cargo do veículo de imprensa local.
O avanço do halo é parte de uma trajetória de segurança que começou com a demanda por mudanças após o acidente de 2014. Hoje, a estrutura permanece como elemento-chave para reduzir riscos na cabeça dos pilotos durante impactos.
Entre na conversa da comunidade