- Empresária Dalia López, de 55 anos, foi presa em Assunção, Paraguai, acusada de falsificar documentos públicos e de associação criminosa ligados ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho; havia mandado de prisão em aberto desde 2020.
- A prisão ocorreu na tarde de quinta-feira (2), conforme informou a Polícia Nacional e o Ministério Público do Paraguai.
- A operação foi liderada pelo procurador Federico Leguizamón, responsável por localizar e prender a empresária.
- Em 2020, Ronaldinho ficou detido por cerca de um mês no Paraguai após apresentar passaporte e identidades falsos, supostamente fornecidos por López; ele pagou fiança de US$ 1,6 milhão e recebeu prisão domiciliar, sendo liberado depois de cinco meses mediante multa.
- O irmão de Ronaldinho, Roberto de Assis Moreira, também foi detido na mesma investigação pelos mesmos motivos.
Uma empresária paraguaia foi presa em Assunção nesta quinta-feira (2). Dalia López, 55 anos, estava foragida desde 2020. Ela é acusada de falsificar documentos do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho.
A prisão ocorreu mediante mandado em aberto, por falsificação de documentos públicos e associação criminosa. A operação foi organizada pela Polícia Nacional e pelo Ministério Público do Paraguai.
A atuação ficou sob o comando do procurador Federico Leguizamón, que coordenou a localização e a detenção da suspeita. O caso aciona debates sobre a produção de documentos falsos e segurança do Estado.
Contexto do caso Ronaldinho
Ronaldinho Gaúcho ficou detido no Paraguai por cerca de um mês em 2020, após apresentar passaporte e identidades falsos. O Ministério Público aponta que os documentos teriam sido fornecidos por López.
O ex-jogador pagou fiança de US$ 1,6 milhão, equivalente a cerca de R$ 8,2 milhões, e recebeu prisão domiciliar. Ele foi liberado após cinco meses, mediante pagamento de multa.
O irmão de Ronaldinho, Roberto de Assis Moreira, também esteve detido pelo mesmo motivo, conforme relatório do MP paraguaio. As investigações indicam que López facilitou a entrada do atleta no Paraguai.
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