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Incêndio atinge Velódromo do Parque Olímpico durante Mundial de Esgrima no Rio

Incêndio atinge metade do telhado do Velódromo do Parque Olímpico durante Mundial de Esgrima; museu olímpico permanece intacto e não há feridos

Imagens do Velódromo na manhã desta quarta-feira (8) (Foto: Gustavo Loio/Lance!)
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  • Um incêndio na madrugada de quarta-feira atingiu metade do telhado do Velódromo do Parque Olímpico, no Rio, durante o Mundial de Esgrima.
  • Cerca de 60 militares, de seis unidades, trabalham no combate às chamas, com apoio de mais de 20 viaturas e equipes especializadas; não houve feridos.
  • A estrutura interna não sofreu danos, e o museu olímpico mantinha-se intacto no local. A perícia vai confirmar as causas.
  • A lona externa, feita de material sintético, derreteu e gerou o que foi descrito como uma “teia de aranha” resultante da queima.
  • Em 2017 houve incêndio semelhante no mesmo telhado, também relacionado à queda de balões; não há informações sobre o término da operação.

Um incêndio destruiu metade do telhado do Velódromo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, na Barra, na madrugada desta quarta-feira (8). O fogo ocorreu durante o Mundial de Esgrima e, felizmente, não houve feridos. O museu olímpico fica no local.

O Corpo de Bombeiros atua com cerca de 60 militares, de seis unidades, e apoio de mais de 20 viaturas. As equipes trabalham para conter as chamas e evitar danos à estrutura interna, que permaneceu intacta, segundo o subcomandante-geral Luciano Sarmento.

Ainda não há conclusão sobre as causas, que dependem de perícia. O relato oficial indica que o incêndio começou na parte externa, na lona sintética que cobria o telhado. A derretimento da lona gerou uma estrutura parecida com uma teia de aranha.

Desdobramentos e histórico da arena

Graças à atuação dos bombeiros, o museu olímpico não sofreu danos. O espaço permanece aberto e preservado.

O Velódromo abriga o museu, atividades esportivas e treinamentos de diversas modalidades. Em 2017, outro incêndio atingiu a cobertura, também causado pela queda de balões.

O equipamento foi infraestrutura-chave da Rio 2016, custando 143 milhões de reais. Hoje, cerca de 4 mil pessoas utilizam o espaço, entre ações esportivas e de lazer, em 33 modalidades.

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