- O incêndio que começou na madrugada da quarta-feira (8) atinge o Velódromo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, legado dos Jogos Rio 2016.
- Em 2017, o Velódromo já havia sido danificado por chamas causadas pela queda de balões, sem feridos.
- No ano seguinte, o teto voltou a sofrer danos, desta vez por temporal que provocou alagamento e deixou a pista precisando de reparos.
- Em novembro de 2017 ocorreu outro incêndio semelhante, também atribuído à queda de balão, sem feridos.
- A perícia ainda investiga a causa do incêndio atual; a prefeitura informou que o provável início ocorreu em uma sala do Museu Olímpico, no andar superior, e que a lona do teto pode ter ajudado na propagação.
O Velódromo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro recebeu, nesta madrugada de quarta-feira (8), um novo incêndio que afetou parte da estrutura. A perícia ainda será concluída, e as causas oficiais não foram confirmadas até o momento.
Segundo a prefeitura, a perícia inicial aponta possível início das chamas em uma sala localizada no Museu Olímpico, situado no andar superior da arena. Bombeiros atuaram para conter o fogo e evitar novos danos às áreas adjacentes.
O episódio atual não é o primeiro a atingir o complexo. Em 2017, quedas de balões provocaram incêndios que danificaram o teto, sem feridos. Em 2018, uma chuva forte causou alagamentos e exigiu reparos na pista.
No histórico recente, outros episódios também deixaram marcas no Velódromo. Em julho de 2017 houve danos na cobertura pela queda de balões. Em novembro daquele mesmo ano, novo incêndio atingiu a estrutura, novamente ligado a balões, sem vítimas.
Ainda não há definição sobre a causa técnica preferida pelas autoridades, e o local passará por avaliação detalhada. A investigação deve esclarecer a origem do fogo e eventuais fatores que contribuíram para a propagação.
Entre na conversa da comunidade