- A Polícia Militar de Minas Gerais explicou, em relação ao clássico Cruzeiro x Atlético no Mineirão, o protocolo de atuação do Batalhão de Choque (BM) em situações de briga em campo.
- A intervenção ocorre apenas em casos específicos, como brigas entre jogadores ou torcedores, e sempre com autorização prévia da autoridade responsável pelo evento.
- A atuação é prevista como preventiva e repressiva, com foco em manter a segurança e não atrapalhar a dinâmica do jogo.
- A PM trabalha em parceria com clubes e organizadores para prevenir conflitos e garantir a ordem durante o evento.
- A presença do Batalhão de Choque é destinada a situações de maior risco, dentro do protocolo e para manter a ordem pública, sem interferir na disputa esportiva.
O protocolo da Polícia Militar de Minas Gerais para brigas em campo foi detalhado pelo comandante do Batalhão de Choque, tenente-coronel Rodrigo Oliveira. Ele explicou as condições em que a intervenção pode ocorrer no clássico Cruzeiro x Atlético, no Mineirão, destacando que não há atuação automática, apenas mediante autorização da autoridade responsável pelo evento.
A intervenção ocorre apenas em situações específicas, como brigas entre jogadores ou torcedores, sempre com a autorização da autoridade do evento. A atuação tem foco na segurança de todos e busca manter a dinâmica da partida.
Aliás, Oliveira ressaltou que a presença do Batalhão de Choque é essencial para situações de maior risco, dentro dos limites do protocolo. A atuação do batalhão é preventiva e repressiva, voltada à manutenção da ordem pública sem interferir na competição.
Protocolo e parcerias
O comandante destacou a atuação em parceria com clubes e organizadores para planejar ações de segurança. A ideia é evitar que incidentes escalem, mantendo o ambiente esportivo sob controle.
A PM trabalha para balancear a segurança com a continuidade do evento, priorizando medidas que previnam conflitos. O objetivo é reduzir riscos sem prejudicar a experiência de torcedores e atletas.
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