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Pais lidam com o filho que vai morar sozinho, entre alegria e tristeza

Ao ver o filho partir, a dor da perda se mistura ao orgulho, exigindo espaço para reconfigurar identidade e manter vínculo saudável

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  • A mãe está feliz pela mudança do filho, mas sente profunda sensação de perda e tristeza contínua.
  • Reconhece que o “ninho vazio” é uma grande mudança emocional e pode afetar o relacionamento com o filho.
  • Sugestões de Elenor Gordon-Smith: aceitar sentimentos mistos, não procurar eliminar a dor completamente, pois sinalizam o quanto houve afeto.
  • Recomenda buscar terapia ou espaço para processar o que a saída dele provoca, sem sobrecarregar o filho ou o parceiro.
  • Aconselha ocupar o tempo com atividades próprias, viagens, momentos a dois e interesses individuais para manter identidade independente.

A mãe relata que o filho está saindo de casa. Ela celebra a passagem, mas o sentimento é de perda. O processo é descrito como doloroso, com choro diário e dificuldade de encarar fotos antigas.

Ela explica que o filho continua presente, porém precisa seguir sua vida. A mãe teme retornar a um estado de infelicidade anterior e teme que isso afete o relacionamento com ele.

O texto cita a orientadora Eleonor Gordon-Smith, que responde com sugestões práticas. A ideia central é aceitar sentimentos mistos sem exigir apenas alegria ou tristeza.

Primeiro passo: reconhecer o desconforto

É normal sentir luto diante de mudanças significativas. A mixture de emoções não precisa desaparecer para que haja progresso.

Segundo passo: buscar apoio

Pode ser útil buscar terapia para entender o que esse afastamento provoca. Compartilhar a experiência com terceiros alivia a pressão sobre o filho.

Terceiro passo: reorganizar a rotina

A recomendação é ocupar a agenda com atividades próprias, viagens, momentos com o parceiro e interesses pessoais. Assim, há espaço para a identidade além do filho.

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