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Brasil apresenta candidatura ao Conselho de Direitos Humanos da ONU

Brasil lança candidatura ao Conselho de Direitos Humanos da ONU para o mandato de 2027 a 2029, buscando ampliar atuação multilateral e defesa de direitos humanos

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  • Brasil lança candidatura ao Conselho de Direitos Humanos da ONU para o mandato de 2027 a 2029; anúncio ocorreu em 7 de maio de 2026 no Palácio Itamaraty.
  • Eleições estão marcadas para outubro de 2026, durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, com voto secreto; o Brasil integra o conselho desde 2006 e vive o seu sexto mandato.
  • A candidatura visa retomar a participação ativa do país em espaços multilaterais e fortalecer pautas contra desigualdades e discriminação.
  • A ministra substituta dos Direitos Humanos e da Cidadania destacou o compromisso com valores democráticos, cooperação internacional e resoluções pacíficas de conflitos.
  • Outros destaques citam ações recentes, como resolução inédita sobre os direitos de pessoas em situação de rua aprovada por consenso, e o papel do Brasil na aprovação de resolução que reconhece a escravidão racial como crime contra a humanidade; foco também na proteção de gênero e políticas de cuidados.

Brasil abriu oficialmente neste 7 de maio de 2026 a candidatura do Brasil ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, para o mandato 2027-2029. O anúncio ocorreu no Palácio Itamaraty, em Brasília.

A iniciativa busca retomar a participação ativa do país em espaços multilaterais e fortalecer pautas contra desigualdades e discriminação. Caso seja eleito, o Brasil comporá o colegiado que monitora a proteção dos direitos humanos no mundo.

A ministra substituta dos Direitos Humanos e da Cidadania, Caroline Reis, disse que o Brasil reforça o compromisso com o multilateralismo, defesa de valores democráticos e resolução pacífica de conflitos.

A embaixadora Maria Laura da Rocha, ministra substituta das Relações Exteriores, ressaltou que a candidatura é parte de uma política de Estado. Ela citou uma resolução inédita sobre direitos de pessoas em situação de rua, aprovada por consenso.

A ministra da Igualdade Racial, Raquel Barros, afirmou que o Brasil teve papel central na aprovação da resolução da ONU que reconhece a escravidão racial como crime contra a humanidade.

A secretária-executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou a proteção de gênero como prioridade estratégica, apontando combate à violência, autonomia econômica feminina e política nacional de cuidados.

As eleições ocorrem em outubro de 2026, durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O voto é secreto e cada país-membro participa. O Brasil integra o Conselho desde 2006 e ocupa hoje o 6º mandato; o órgão tem 47 membros.

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