- Pesquisa da NordVPN, divulgada em 24 de março de 2026, indica que 34% dos brasileiros já tiveram contato com golpes ligados ao futebol nos últimos anos.
- Os golpes mais comuns envolvem apostas falsas em bets ilegais (75%), venda de ingressos falsos (65%) e comércio de produtos falsificados (57%).
- Plataformas mais usadas para disseminação: Instagram (51%), WhatsApp (48%), Facebook (35%) e TikTok (26%).
- 11% dos brasileiros já perderam dinheiro com golpes esportivos, com prejuízos típicos entre R$ 251 e R$ 500; 58% foram alvo do golpe quatro vezes ou mais.
- Emoções influenciam as fraudes: frustração e empolgação (ambas 36%), estresse (27%); recomenda-se usar canais oficiais e desconsiderar promoções com urgência ou lucro fácil.
Na véspera da Copa do Mundo de 2026, cresce no Brasil o mercado de golpes digitais ligados ao futebol. Fraudes envolvem apostas, ingressos falsos e produtos falsificados, explorando a paixão pelo esporte.
Um levantamento da NordVPN, divulgado em 24 de março de 2026, aponta que 34% dos brasileiros tiveram contato com golpes ligados ao futebol nos últimos anos. Apostas ilegais aparecem em 75% dos casos, ingressos falsos em 65% e itens falsificados em 57%.
Especialistas destacam que o impulso emocional durante grandes eventos eleva a vulnerabilidade. Adversários exploram a ansiedade por ingressos, dicas de apostas e transmissões de última hora para induzir ações sem verificação.
Plataformas mais usadas
O estudo aponta que o Instagram é o principal canal de disseminação, citado por 51% dos entrevistados. Em seguida aparecem o WhatsApp (48%), Facebook (35%) e TikTok (26%).
Além do prejuízo financeiro, 11% dos brasileiros já perderam dinheiro com golpes esportivos. Entre as vítimas, os valores costumam ficar entre R$ 251 e R$ 500, com 58% indicando repetição do golpe quatro vezes ou mais.
Entre as emoções associadas aos golpes, frustração e empolgação aparecem em 36% dos casos, seguidos de estresse (27%). A cobrança por lucros rápidos favorece ofertas falsas de apostas com promessa de retorno garantido.
Entre as táticas de fraude com bets ilegais, 53% relatam falsas dicas de lucro, 50% ofertas de apostas em partidas e 43% promoções de bônus que exigem pagamento antecipado.
Especialistas orientam que torcedores usem apenas canais oficiais para ingressos, transmissões e apostas. Desconfiança é recomendada diante de promoções com urgência ou promessas de lucro fácil em redes sociais e mensagens.
Observação sobre proteção digital
A pesquisa mostra que 95% dos entrevistados afirmam usar algum recurso de segurança online, porém apenas 40% têm autenticação em dois fatores. O uso de VPNs é ainda mais baixo, identificado por 28%.
Os resultados reforçam a necessidade de medidas simples: verificação de fontes, evitar pagamentos fora de canais oficiais e manter cautela com ofertas que parecem rápidas demais ou com urgência excessiva.
Entre na conversa da comunidade