- Mãe grávida e dois filhos de uma família egípcia foram autorizados a entrar no Brasil, enquanto o pai permanece impedido.
- A decisão foi tomada em 8 de maio de 2026, após pressão de entidades da sociedade civil, defesa e autoridades competentes.
- A gestante apresenta 34 semanas de gestação e teve complicações de saúde durante a retenção; atendimento médico ocorreu após mobilização de advogados, da Defensoria Pública e de organizações de direitos humanos.
- A família chegou ao Brasil em 8 de abril, buscando refúgio diante das instabilidades no Oriente Médio, e ficou na área restrita do aeroporto desde então.
- A defesa sustenta que a separação permanece e que é necessária a reunificação familiar, destacando atuação da Polícia Federal nesse desfecho parcial.
Após um mês retida no Aeroporto Internacional de Guarulhos, uma família egípcia recebeu autorização parcial para entrar no Brasil. A mãe, grávida de 34 semanas, e os dois filhos pequenos foram liberados; o pai continua impedido.
A abertura ocorreu nesta quinta-feira, 8 de maio, após pressão de entidades da sociedade civil, organizações de direitos humanos e autoridades jurídicas. A família desembarcou no Brasil em 8 de abril, buscando refúgio diante dos conflitos no Oriente Médio.
Segundo a defesa, a liberação não resolve a situação da família, que permanece separada. O advogado ressalta a vulnerabilidade durante a gestação e a necessidade de reunificação para cuidado e convivência.
Situação atual
Com a autorização, a mulher e as crianças deverão ser acolhidas por organizações de apoio a migrantes. A defesa comemora o avanço, mas afirma que o pai ainda não pode ingressar no território.
Desdobramentos e contexto
A defesa indica que houve reconhecimento de sensibilidades por parte da Polícia Federal durante o desfecho parcial. O caso evidencia resistência a classificações ligadas à nacionalidade e estigmas associados, segundo os advogados.
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