Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Nova série do criador de Ozark recebe críticas negativas na resenha

MIA, novo drama de Bill Dubuque, oscila entre tédio e ridículo em Miami, com diálogos forçados e trama conveniente que prejudica a empatia pela protagonista

0:00
Carregando...
0:00
  • A série MIA, criada por Bill Dubuque, se passa em Miami e acompanha Etta Tiger Jonze, jovem cuja família é assassinada por um cartel de drogas, enquanto ela planeja matar exatamente doze criminosos.
  • O início foca na história de vingança e no elenco de apoio, incluindo Lovely, uma imigrante haitiana que acolhe Etta, e Lena, proprietária de motel que ajuda a protagonista.
  • A trajetória alterna entre momentos de tensão e situações inverossímeis, com diálogos bobos e situações de plotting convenientes.
  • O elenco inclui Cary Elwes no papel de um detetive inepto; a trama envolve disputas internas do cartel Rojas e uma figura de liderança ausente, o que complica o enredo.
  • MIA está disponível em Paramount+ e Peacock (nos Estados Unidos); a crítica aponta o tom contraditório entre potencial temático de imigração e falhas narrativas que pesam na série.

MIA, novo drama criado por Bill Dubuque (Ozark), chega a Miami com a promessa de explorar a experiência de imigrantes e o custo da ambição. A série mistura thriller de vingança com críticas ao sector imobiliário e ao crime organizado na cidade.

A história acompanha Etta Tiger Jonze, interpretada por Shannon Gisela, uma jovem cuja família é brutalmente assassinada por um cartel de drogas. Em meio ao luto, ela se esconde na comunidade haitiana de Miami e traça um plano para eliminar exatamente 12 membros do grupo.

A narrativa se desenrola em grande parte no início com o passado dos Jonzes e as consequências do ataque, o que, segundo críticas, gera diálogo desconfortável e tramas convenientes. O tom oscila entre o suspense e momentos de exagero.

Etta encontra apoio em Lovely, uma imigrante haitiana descrita como perspicaz, que a acolhe e ajuda a navegar pela periferia da cidade. Juntas, elas desempenham funções de zeladoras e encontram meios de sobreviver sem direitos claros, enfrentando abusos.

Paralelamente, as pressões dentro do cartel Rojo são mostradas por meio de disputas internas entre Mateo, Samuel e Caroline, que coordena uma empresa imobiliária ligada à operação criminosa. A gestão de riqueza e poder em Miami serve como pano de fundo para a trama.

A série também apresenta personagens secundários, como Lena, uma dona de motel interpretada por Tovah Feldshuh, cuja ligação com o passado de Etta revela novas frentes de confiança e recursos. Entretanto, a atuação do elenco é apontada por alguns como irregular.

Críticas destacam ainda que a produção recorre a reviravoltas e arcos que parecem forçados, o que compromete a densidade do enredo. A recepção aponta para uma construção de heroína que, apesar de resiliente, enfrenta obstáculos narrativamente previsíveis.

MIA está disponível em Paramount+ e Peacock nos Estados Unidos, segundo a distribuição da plataforma. O público pode esperar uma narrativa de vingança que alterna momentos de potencial emocional com quedas de ritmo e cenas de ação discutíveis.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais