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Pessoas e cavalos vão além de passeios e competições

No Distrito Federal, cavalos conectam lazer, esporte e equoterapia, impulsionando bem-estar físico, social e emocional de praticantes

Beatriz Garcia treina en hípica: "Emoção de sentir o ventinho na cara"
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  • No Distrito Federal, a relação entre pessoas e cavalos abrange lazer, esporte e reabilitação, com cavalgadas, hipismo e equoterapia conviverem na rotina da região.
  • Na Fazenda Roncador, em Brazlândia, passeios a cavalo são guiados por Rafael Magnum e atraem cerca de sessenta pessoas por mês, em trilhas, cachoeiras e passeios noturnos.
  • A equitação é praticada por jovens e adultos que buscam equilíbrio, aprendizado e conexão com o animal; Beatriz Garcia, quatorze anos, treina no Cittac e destaca a emoção dos saltos.
  • O hipismo, modalidade olímpica, teve, em dois mil e vinte e cinco, setenta e três eventos com cavalos no DF, envolvendo dois mil e sessenta e nove cavalos, com a Copa JK de Hipismo ocorrendo na Sociedade Hípica de Brasília.
  • A equoterapia, realizada pela Associação Nacional de Equoterapia (Ande), atende cerca de sessenta praticantes no DF, incluindo Brayan e Arthur, com atendimento gratuito via convênio com a Secretaria de Educação, e apresenta ganhos físicos, cognitivos e sociais.

O Distrito Federal abriga uma relação plural entre pessoas e cavalos, que vai além de lazer, envolvendo esporte, reabilitação e educação. Em chácaras, fazendas e centros de equotação, o animal aparece como vínculo entre família, prática profissional e tratamento terapêutico.

No DF, passeios, hipismo e equoterapia convivem na rotina de moradores e visitantes. A atividade é vista como forma de relaxar, aprender e ganhar qualidade de vida, mesmo em meio à vida urbana. Dados locais indicam participação intensa de cavalos no dia a dia da região.

Na prática: passeios e lazer

Na Fazenda Roncador, em Brazlândia, Rafael Magnum guia cavalgadas desde 2020. Médico veterinário, ele recebe em média 60 pessoas mensais em trilhas, cachoeiras e passeios noturnos a lua cheia. Para Rafael, a cavalgada é uma pausa necessária na rotina.

Beatriz Garcia treina equitação no Cittac, em Vicente Pires, desde a pandemia. Com 14 anos, ela pratica quase todos os dias e descreve a sensação de voar com o vento na face durante os saltos. O diretor Marcus Magalhães destaca o foco no respeito ao cavalo e no equilíbrio mental.

Hipismo: esporte e formação

O hipismo, modalidade olímpica, envolve técnica, planejamento e parceria com o animal. Cristiano Andreoli, 24, ressalta a importância do preparo físico e da relação de confiança com o cavalo e o treinador, mantendo o respeito aos limites de ambos. Ele aponta que o atleta evolui com o cuidado adequado.

Segundo o Comitê Olímpico do Brasil, o hipismo teve início nos Jogos de Paris 1900, retornando em 1912. Em 2025, foram 83 eventos com cavalos no DF, envolvendo 9399 animais. A Copa JK de Hipismo, realizada na Sociedade Hípica de Brasília, reúne atletas locais e do país.

Equoterapia: ciência e desenvolvimento

A equoterapia utiliza o cavalo em uma abordagem interdisciplinar de saúde, educação e equitação. A Ande-Brasil indica ganhos na força, equilíbrio, coordenação e socialização. Brayan Eric Oliveira, 12, e o irmão Arthur Filipe, 8, participam na Granja do Torto.

A mãe, Gabrielle de Oliveira, relata melhora na postura, na atenção e na interação social dos filhos após o início da terapia. A Ande atende hoje cerca de 60 praticantes, com avaliação médica, psicológica e fisioterapêutica prévias.

Equoterapia e educação pública

A equoterapia é conveniada com a Secretaria de Educação, que disponibiliza profissionais para atender gratuitamente. A atuação é multisetorial, com metas personalizadas para cada paciente, respeitando o ritmo de cada praticante e a diversidade de necessidades.

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