- Bruno Fernandes, ex-goleiro de 41 anos, foi preso novamente após a revogação do livramento condicional por descumprimento de ordens judiciais.
- Em audiência de custódia, ele afirmou manter o futebol como principal atividade profissional, dizendo exercer a função de “atleta”.
- O juiz Danilo Nunes determinou a transferência para uma unidade compatível com a pena de vinte e dois anos e um mês de prisão.
- O Ministério Público aponta descumprimentos, como ir a uma partida do Flamengo, não comunicar mudanças de endereço, desrespeitar o recolhimento domiciliar e frequentar locais proibidos, além de viagens sem autorização.
- A prisão ocorreu em oito de maio, em São Pedro da Aldeia, durante operação integrada entre policiais militares; o mandado de prisão foi expedido em cinco de março, após ele deixar o Rio de Janeiro sem autorização para assinar contrato com o Vasco-AC.
Bruno Fernandes, ex-goleiro de 41 anos, voltou a ser preso após a revogação do livramento condicional por descumprimento de ordens judiciais. Em audiência de custódia, ele se disse ainda dedicado ao futebol como atividade principal. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.
O juiz Danilo Nunes determinou a transferência do ex-jogador para uma unidade compatível com o regime da pena de 22 anos e um mês de prisão. Bruno responde por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesões corporais envolvendo Eliza Samudio, caso conhecido no futebol brasileiro.
Bruno teve o benefício do livramento condicional parcialmente autorizado após cumprir parte da pena na prisão. O Ministério Público pediu a revogação, citando descumprimentos de regras impostas pela Justiça, incluindo a ida a uma partida do Flamengo no Maracanã no início deste ano.
Policiais militares prenderam o ex-jogador no dia 8 de maio, em São Pedro da Aldeia, Região dos Lagos, RJ. Ele estava foragido há cerca de dois meses, localizado durante operação integrada com equipes de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais. O mandado de prisão foi expedido em 5 de março, após ele deixar o Rio de Janeiro sem autorização para assinar contrato com o Vasco-AC.
A Justiça informou que ele precisava cumprir medidas, entre elas a proibição de sair do estado, enquanto estava em liberdade condicional. A prisão ocorreu sem resistência durante a abordagem, e Bruno foi encaminhado à 125ª DP para cumprimento do mandado.
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