- A relação entre o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ficou tensa após a derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF.
- Aliados têm percebido o clima de atrito entre os dois nos corredores e no plenário do Senado.
- A queda de Messias ocorreu no final de abril, após cinco meses de indefinição, com o Senado rejeitando a indicação para a vaga no Supremo.
- A decisão de rejeitar Messias foi o primeiro veto a uma indicação de ministro do STF em duzentos anos? (corrigir) Na verdade, foi o primeiro em cento e trinta e dois anos, desde 1894.
- O episódio é visto como indicativo de desgaste entre apoio ao governo e a presidência do Senado.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, vivem clima de tensão após a derrota de Jorge Messias na tentativa de vaga no STF. O desconforto é perceptível entre aliados nos corredores e no plenário.
A derrota ocorreu no final de abril, após cinco meses de indefinição. O Senado rejeitou Messias, indicado pelo presidente Lula. Foi o primeiro veto a uma indicação de ministro do STF em 132 anos, desde 1894, no governo Floriano Peixoto.
Derrota de Messias
Aliados apontam que o atrito envolve alinhamentos políticos e a estratégia de governo. O episódio repercute na relação entre Wagner e Alcolumbre, com impacto na condução de pautas no Senado. Não há anúncio público de substitutos para a vaga.
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