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Trump diz a negociadores dos EUA para não apressarem acordo com o Irã

Trump pede aos negociadores que não apressem um acordo com o Irã, destacando a necessidade de cautela diante de avanços e da pressão sobre embargo e Estreito de Hormuz

US President Donald Trump said both "both sides must take their time" to get a deal "right"
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos seus negociadores para não apressarem um acordo com o Irã, em meio a sinais de convergência entre as partes.
  • Trump afirmou, em postagens, que as conversas são construtivas, mas que ambas as partes precisam se tomar seu tempo para acertar.
  • Ele repetiu que o Irã deve entender que não pode ter armas nucleares, posição também defendida pelo premiê de Israel, Benjamin Netanyahu.
  • Há relatos de avanços, mas autoridades dos EUA e do Irã alertam que ainda há pontos em aberto e que nenhum acordo foi confirmado oficialmente.
  • Possíveis elementos discutidos incluem uma extensão de 60 dias no cessar-fogo e a reabertura do estreito de Hormuz; o bloco naval dos EUA permanece ativo para pressionar o acordo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou aos seus negociadores que não entrem apressadamente em um acordo com o Irã. A recomendação veio após relatos de que havia avanços significativos nas negociações, mas que o tempo precisa ser usado com cuidado para evitar falhas.

Trump afirmou, em postagem nas redes sociais, que as conversas continuam de forma construtiva, mas que ambos os lados devem dedicar tempo para acertar os detalhes. Ele reforçou a necessidade de o Irã entender que não pode desenvolver arma nuclear.

O anúncio ocorre em meio a sinais de convergência entre Washington e Teerã sobre elementos de um possível acordo de paz. O subsecretário de Estado dos EUA já sinalizou progresso considerável, com trabalho ainda a ser feito, segundo autoridades americanas.

Contexto estratégico

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã disse que avanços não significam acordo final em questões-chave e criticou declarações contraditórias dos EUA. O assunto envolve a crise regional, com ataques aéreos de EUA e Israel no início de 2024 e retaliações iranianas.

Perspectivas e medidas

Fontes próximas às negociações indicam que pode haver extensão de um cessar-fogo de 60 dias e a reabertura do Estreito de Hormuz, entre possíveis itens do acordo. A imprensa iraniana aponta ainda que existem um ou dois pontos de discórdia pendentes.

Trump mencionou também um memorando de entendimento em discussão, enquanto Teerã considerava a viabilidade de abrir novas tratativas para alcançar um acordo final. Mediadores regionais destacam sinais de otimismo moderado.

O cessar-fogo vigente desde abril tem permitido negociações, embora com intercâmbios de fogo ocasionais. A viabilidade de um acordo depende, entre outros aspectos, do comportamento de ambas as partes em relação a atividades militares e a cadência de negociações futuras.

Ponto de vista e contexto internacional

O governo dos EUA segue com bloqueio naval a ports iranianos, mantendo a pressão econômica até a assinatura de um acordo. O Irã controla parcialmente o Estreito de Hormuz, o que afeta o tráfego de cerca de 20% do petróleo mundial.

O diplomata paquistanês Ishaq Dar, mediador nas conversas, disse haver bases para otimismo de que um desfecho positivo esteja ao alcance. Autoridades envolvidas destacam que ainda há distâncias a vencer para um acordo final.

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