- Elizabeth Smart, 38 anos, venceu a categoria em Wasatch Warrior, em Salt Lake City, Utah, em abril; foi sua quarta competição, e a primeira ocorreu no mesmo evento; competiu com o nome casado Elizabeth Gilmour e não publicava sobre o bodybuilding.
- Uma amiga pediu para que ela divulgasse a vitória no Instagram; inicialmente relutou, publicou posteriormente.
- Smart foi sequestrada aos 14 anos em 2002 e sofreu abusos; tornou-se ativista contra violência sexual, fundou a Elizabeth Smart Foundation e lançou um livro de memórias, Detours: Hope & Growth After Life’s Hardest Turns.
- Ela disse que compartilhar esse lado representou enfrentar medo de julgamento e que o bodybuilding está ligado a um processo de cura pessoal.
- A atleta pretende manter a vida pública integrada a outros papéis (mãe, defensora, entre outros); treinos de força duram cerca de quarenta e cinco minutos; conselho principal é ter um bom treinador, treinar pesado e consumir bastante proteína.
Elizabeth Smart, 38, venceu sua categoria na competição Wasatch Warrior, em Salt Lake City, Utah, em abril. Foi a quarta participação da atleta, que competiu sob o sobrenome de casada, Elizabeth Gilmour, sem divulgar publicamente o bodybuilding até então.
Um amigo a incentivou a postar a vitória no Instagram após o triunfo. Smart relembra que inicialmente resistiu, mas acabou compartilhando a conquista publicamente para revelar uma faceta oculta de sua vida.
Smart ficou conhecida em 2002, quando foi sequestrada aos 14 anos. O episódio ganhou grande cobertura e o caso levou à prisão do sequestrador, Brian David Mitchell, e de Wanda Barzee. Hoje, ela atua como defensora de vítimas.
Ao longo dos anos, Smart criou a Elizabeth Smart Foundation para combater a violência sexual e lançou um novo livro, Detours: Hope & Growth After Life’s Hardest Turns. Ela investiga como ampliar a visibilidade de sobreviventes.
Na entrevista, a caminhante entre defender vítimas e suas próprias escolhas ganhou espaço. Ela explica a dificuldade de expor esse lado público, temendo julgamentos e perda de credibilidade.
Smart relata que o corpo a ajudou a superar adversidades, inclusive os horrores do sequestro. Ela ressalta que o corpo merece cuidado e celebração, como parte de seu processo de cura e de uma vida plena.
Sobre o treino, a atleta afirma que a prática é mais rápida que a corrida e que exige disciplina nutricional. Entre os exercícios, destaca sentar-fundo como desafiante e avanços em agachamentos com divisão de pernas como favorito.
Para quem quer começar, Smart orienta buscar um bom coach, treinar com carga progressiva e manter uma alimentação rica em proteína. O objetivo é melhorar a saúde óssea, ganhar força e manter a consistência.
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