- A Justiça do Distrito Federal rejeitou recurso de Bruno Henrique e demais investigados, mantendo a ação por estelionato e fraude em competição esportiva.
- Desembargadores da 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, por unanimidade, negaram embargos de declaração que buscavam anular o recebimento da denúncia pelo Ministério Público.
- A investigação envolve suposta manipulação de apostas esportivas associada a um cartão amarelo recebido pelo atacante em jogo entre Flamengo e Santos, em 2023.
- Bruno Henrique já era réu por fraude esportiva desde julho de 2025; o MPDFT incluiu estelionato no caso em dezembro daquele ano.
- A decisão não é condenatória; o processo segue em tramitação e o jogador mantém o direito à ampla defesa e à presunção de inocência.
A Justiça do Distrito Federal rejeitou o recurso de Bruno Henrique e de outros investigados em um caso que apura possível manipulação de apostas esportivas. A ação penal por estelionato e fraude em competição esportiva continua tramitando.
Os desembargadores da 3ª Turma Criminal do TJDFT, por unanimidade, mantiveram a decisão que recebeu a denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Não houve mudança no andamento processual.
Bruno Henrique é alvo de acusações ligadas a um cartão amarelo recebido pelo jogador durante Flamengo x Santos, em 2023, que, segundo a acusação, teria sido usado para beneficiar apostas associadas a pessoas ligadas ao atleta.
O atacante já havia sido incluído como réu por fraude esportiva em julho de 2025. Em dezembro do mesmo ano, o MPDFT requereu que ele respondesse também por estelionato, pedido que foi acolhido pela Justiça.
Defesas sustentaram a ausência de representação formal das vítimas, requisito em alguns casos de estelionato. Os desembargadores rejeitaram esse argumento e mantiveram o prosseguimento da ação penal.
Não há condenação neste momento. O processo continua, com novas etapas antes de eventual julgamento de mérito. Bruno Henrique permanece atuando pelo Flamengo e mantém direitos à ampla defesa e à presunção de inocência.
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